Quarta-feira, Novembro 11, 2009
Domingo, Novembro 08, 2009
Domingo, Novembro 01, 2009
Terça-feira, Outubro 27, 2009
Segunda-feira, Outubro 26, 2009
Domingo, Outubro 25, 2009
Quinta-feira, Outubro 15, 2009
O futuro logo ali ao lado.... à mão de semear
Quanto a este assunto, como se esperava com irritante certeza, foi bem gostoso. Aquilo às vezes começa a crescer, a criar uma massa de som tal que nem os mais cépticos em relação ao apóclipse conseguem deixar de acreditar que estamos todos condenados. Mas a verdade é que, de repente, o futuro estava logo ali ao lado.... à mão de semear. Gostoso. Muito gostoso.
Para o fim-de-semana: novidades, clássicos e outros OVNIS
Terça-feira, Outubro 06, 2009
Terça-feira, Setembro 29, 2009
Aprimorar aversões
Santana Lopes começou a sua campanha eleitoral deixando-se envolver num mega-conclave de taxistas da cidade de Lisboa. Irra que o homem parece que faz de propósito.
Orientem-se
Ciclicamente se fala da tão propalada "maturidade" da nossa democracia que, com os seus 36 anos de "serena" convivência pluri-partidária, nos dá todas as garantias de estabilidade para o futuro. O problema é que todo este raciocício tem sido secundarizado sistematicamente pela obsessão nacional pela "necessidade vital" da maioria absoluta. Mas agora é que vem o grande teste à tal "maturidade democrática" portuguesa
Expliquemo-nos: o nosso sistema parlamentar não foi feito para fazer da maioria absoluta uma condição sine qua non para a governabilidade. Esse é um novo-riquismo da política cá do burgo. Tendo isto em conta, agora é que se vai ver quem, na Assembleia da República, tem civismo, serenidade, panache, categoria e, acima de tudo, bom senso, para fazer de um parlamento tão tão fraccionado, um parlamento responsável, viabilizador, aberto ás negociações e que se assuma como o grande motor da governação do país (como, aliás, deve ser).
Foi para o tipo de votações que se conheceram domingo que o nosso sistema foi desenhado. As maiorias absolutas (felizmente) têm que ser meras excepções ou partidas que a história nos prega. Esta gente que manda e toma conta dos partidos têm que assumir as suas resposabilidade e não fazer da nação mais um brinquedo. Orientem-se.
Expliquemo-nos: o nosso sistema parlamentar não foi feito para fazer da maioria absoluta uma condição sine qua non para a governabilidade. Esse é um novo-riquismo da política cá do burgo. Tendo isto em conta, agora é que se vai ver quem, na Assembleia da República, tem civismo, serenidade, panache, categoria e, acima de tudo, bom senso, para fazer de um parlamento tão tão fraccionado, um parlamento responsável, viabilizador, aberto ás negociações e que se assuma como o grande motor da governação do país (como, aliás, deve ser).
Foi para o tipo de votações que se conheceram domingo que o nosso sistema foi desenhado. As maiorias absolutas (felizmente) têm que ser meras excepções ou partidas que a história nos prega. Esta gente que manda e toma conta dos partidos têm que assumir as suas resposabilidade e não fazer da nação mais um brinquedo. Orientem-se.
Domingo, Setembro 27, 2009
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Arquivo do blogue
-
▼
2009
(107)
-
►
Setembro
(19)
- Aprimorar aversões
- Orientem-se
- Ubu Dance Party
- Ainda bem que o voto é secreto
- Tudo correcto
- Parte II (Hurra! Hurra! Hurra!)
- Unwind
- Os Outros
- A "luta" tem é de se focar
- Benefícios sociais
- Digam comingo
- Sobre o debate de hoje à noite
- É sempre de desconfiar
- Posto de vigia
- Mr. Miller & Mr. Meyers
- Renovação de objectivos
- Coisas de míudos
- Sons de fumeiro (II)
- Sons de fumeiro (I)
-
►
Julho
(14)
- (Censurado)
- Menos um bom homem
- Salve o Socialismo
- A Força, sempre a partir!
- Justiça accessorize
- Os Outros
- Politics
- De náusea em náusea
- Os (verdadeiros/meus) Pavones
- Os (verdadeiros/meus) Galácticos
- Sem pânicos
- O pós-11 de Setembro (ou a prova definitiva de que...
- Mateleiros do mundo, uni-vos!!
-
►
Setembro
(19)

















