Quarta-feira, Novembro 11, 2009

Um homem também chora

Título da versão portuguesa, "Um dia a casa vai abaixo". Toda a minha leitura deste filme mudou nos últimos meses: de uma igénua comédia, passou a ser interpretada como uma drama humano de rara, mas dura, sensibilidade.

Domingo, Novembro 08, 2009

Justine

e

Domingo, Novembro 01, 2009

O último a chegar é burro


Dia 11 de Novembro, 21h30. Cine-Teatro Ginásio Clube de Corroios, Seixal City.

Terça-feira, Outubro 27, 2009

Comic Beat

(carregar na imagem para ver melhor)

Segunda-feira, Outubro 26, 2009

Auto de posse

Tanto socialismo, tanto socialismo, mas algum dos membros do novo Governo a assinarem o auto de posse com um bic cristal, ou coisa do género... 'tá quieto. Estava tudo artilhado com belíssimos exemplares da Mont Blanc, da Dupont, da Schaeffer e sucedâneos. Assim também eu.

Domingo, Outubro 25, 2009

A-Team




Quinta-feira, Outubro 15, 2009

O futuro logo ali ao lado.... à mão de semear

(Como é habitual, foto emprestadada daqui)

Quanto a este assunto, como se esperava com irritante certeza, foi bem gostoso. Aquilo às vezes começa a crescer, a criar uma massa de som tal que nem os mais cépticos em relação ao apóclipse conseguem deixar de acreditar que estamos todos condenados. Mas a verdade é que, de repente, o futuro estava logo ali ao lado.... à mão de semear. Gostoso. Muito gostoso.

Para o fim-de-semana: novidades, clássicos e outros OVNIS


"The Visitor" de Jim O' Rourke


"TNT" dos Tortoise


"Future Days" dos Can


"Born Again Revisited" dos Times New Viking


"Talk Talk Talk" dos The Psychedelic Furs

Terça-feira, Outubro 06, 2009

Culpa da S. e do R.

O tempo tem passado bem depressa. As prioridades redefiniram-se. O blogue é que paga.

Terça-feira, Setembro 29, 2009

Aprimorar aversões

Santana Lopes começou a sua campanha eleitoral deixando-se envolver num mega-conclave de taxistas da cidade de Lisboa. Irra que o homem parece que faz de propósito.

Orientem-se

Ciclicamente se fala da tão propalada "maturidade" da nossa democracia que, com os seus 36 anos de "serena" convivência pluri-partidária, nos dá todas as garantias de estabilidade para o futuro. O problema é que todo este raciocício tem sido secundarizado sistematicamente pela obsessão nacional pela "necessidade vital" da maioria absoluta. Mas agora é que vem o grande teste à tal "maturidade democrática" portuguesa

Expliquemo-nos: o nosso sistema parlamentar não foi feito para fazer da maioria absoluta uma condição sine qua non para a governabilidade. Esse é um novo-riquismo da política cá do burgo. Tendo isto em conta, agora é que se vai ver quem, na Assembleia da República, tem civismo, serenidade, panache, categoria e, acima de tudo, bom senso, para fazer de um parlamento tão tão fraccionado, um parlamento responsável, viabilizador, aberto ás negociações e que se assuma como o grande motor da governação do país (como, aliás, deve ser).

Foi para o tipo de votações que se conheceram domingo que o nosso sistema foi desenhado. As maiorias absolutas (felizmente) têm que ser meras excepções ou partidas que a história nos prega. Esta gente que manda e toma conta dos partidos têm que assumir as suas resposabilidade e não fazer da nação mais um brinquedo. Orientem-se.

Domingo, Setembro 27, 2009

Ubu Dance Party


"Dub Housing" dos Pere Ubu

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