
"The Low End Theory" dos A Tribe Called Quest
As cooperativas são pessoas colectivas autónomas, de livre constituição, de capital e composição variáveis, que, através da cooperação e entreajuda dos seus membros, com obediência aos princípios cooperativos, visam, sem fins lucrativos, a satisfação das necessidades e aspirações económicas, sociais ou culturais daqueles. [acooperativa@hotmail.com]



Tendo em conta a proposta do Manelinho, desde já disponibilizo um projecto de tabela de aumentos das penas criminais para os cidadãos estrangeiros:
- Cidadãos da União Europeia [Grupo A*]: Isentos de aumento
- Cidadãos da União Europeia [Grupo B**]: + 2.5% da pena prevista para portugueses
- Cidadãos da União Europeia [Grupo C***]: + 4% da pena prevista para portugueses
- Cidadão Brasileiros: + 6% da pena prevista para portugueses
- Cidadãos de países do Leste Europeu: + 8% da pena prevista para portugueses
- Cidadãos de países Asiáticos: + 8% da pena prevista para portugueses
- Cidadãos dos PALOP´s: + 10% da pena prevista para portugueses
Tendo em conta que o crime em português tem menos gravidade (seu maluco!!), se estas medidas não tiverem os resultados esperados, aconselha-se uma separação dos estrangeiros indisciplinados através da criação de um Apartheid em moldes mais actuais (as várias raças e etnias justificam especificações especiais). Além de se limpar as ruas do país, dava-se um toque mais cosmopolita às grandes cidades: ghetos ucranianos, ghetos africanos, ghetos brasileiros, ghetos chineses... ghetos para todos os gostos.
As sugestões estão dadas.
* Grupo A: Alemanha; Áustria; Bélgica; Dinamarca; Filândia; Luxemburgo; Holanda; Reino Unido; Suécia.
** Grupo B: Espanha; França; Irlanda; Itália.
*** Grupo C: Chipre; Eslováquia; Eslovénia; Estónia; Grécia; Hungria; Letónia; Lituânia; Malta; Polónia; República Checa.


Para começar, dúvido muito que alguma vez se retire as conclusões necessárias. A trapalhada criada pela própria máquina europeia é tal, que agora nem ao NON françês se consegue atribuir motivações concretas.
Mas nem tudo é confuso. Uma coisa ficou bem clara com este episódio. O tabu do NÃO à pseudo-Constituição Europeia foi estraçalhado por completo. Para aqueles que achavam impensável qualquer retrocesso no triunfal processo unificador europeu, o NON françês foi um autêntico chuto no cu. De sublinhar que estamos a falar de uma das nações fundadoras do projecto e um dos seus principais motores. A partir de agora... é sempre a aviar!