As cooperativas são pessoas colectivas autónomas, de livre constituição, de capital e composição variáveis, que, através da cooperação e entreajuda dos seus membros, com obediência aos princípios cooperativos, visam, sem fins lucrativos, a satisfação das necessidades e aspirações económicas, sociais ou culturais daqueles. [acooperativa@hotmail.com]
segunda-feira, julho 25, 2005
Inédito
Mário Soares pode vir a tornar-se o 1º Presidente da República já com uma fundação com o seu nome.
Tempo volta para trás
Mário Soares liderou o I e II Governos Constitucionais.
Os seus ilustres sucessores foram:
Alfredo Nobre da Costa 1923-1996
Carlos Mota Pinto 1936-1985
Maria de Lurdes Pintassilgo 1930-2004
Francisco Sá Carneiro 1934-1980
Para encontrar o 1º chefe de governo vivo temos de chegar ao VII Governo com Francisco Balsemão, já para não falar dos Governos Provisórios.
Os seus ilustres sucessores foram:
Alfredo Nobre da Costa 1923-1996
Carlos Mota Pinto 1936-1985
Maria de Lurdes Pintassilgo 1930-2004
Francisco Sá Carneiro 1934-1980
Para encontrar o 1º chefe de governo vivo temos de chegar ao VII Governo com Francisco Balsemão, já para não falar dos Governos Provisórios.
sexta-feira, julho 22, 2005
quinta-feira, julho 21, 2005
Tenham lá santa paciência. Se quiserem saltem este.
“A CADEIRA ELÉCTRICA”
Quando me comunicaram a funesta data apoderou-se de mim a angustia dos sentenciados, desde aí só pensei na dor, no ruído e na luz ofuscante. Se ao menos o acto fosse indolor poderia olhar para o executor com ar desafiante. No entanto, qualquer plano que tivesse feito foi neutralizado pela exibição obscena dos seus instrumentos de tortura, conservei a réstia de dignidade que tinha para que os restantes condenados não se consolassem com a minha cobardia - Também, o que importa o que suceda uma vez que me senta naquela cadeira maldita? Posso chorar, insultar e até borrar-me de medo, esses malditos magarefes são sempre muito escrupulosos com a limpeza – Mas no corredor da morte não me posso permitir ser débil ainda que por dentro só pense na dor, no ruído e na luz ofuscante. Tenho medo, quero fugir e faço promessas vãs de emenda, mas tudo isso é inútil porque dentro de um ano estarei de novo aqui: na cadeira do dentista.
Traduçaõ livre do conto “A cadeira eléctrica” do livro “Ajaur Funerário” de Fernando Iwasaki.
Quando me comunicaram a funesta data apoderou-se de mim a angustia dos sentenciados, desde aí só pensei na dor, no ruído e na luz ofuscante. Se ao menos o acto fosse indolor poderia olhar para o executor com ar desafiante. No entanto, qualquer plano que tivesse feito foi neutralizado pela exibição obscena dos seus instrumentos de tortura, conservei a réstia de dignidade que tinha para que os restantes condenados não se consolassem com a minha cobardia - Também, o que importa o que suceda uma vez que me senta naquela cadeira maldita? Posso chorar, insultar e até borrar-me de medo, esses malditos magarefes são sempre muito escrupulosos com a limpeza – Mas no corredor da morte não me posso permitir ser débil ainda que por dentro só pense na dor, no ruído e na luz ofuscante. Tenho medo, quero fugir e faço promessas vãs de emenda, mas tudo isso é inútil porque dentro de um ano estarei de novo aqui: na cadeira do dentista.
Traduçaõ livre do conto “A cadeira eléctrica” do livro “Ajaur Funerário” de Fernando Iwasaki.
Cunha “O Breve”
Nenhum ministro pode invocar motivos pessoais, familiares e cansaço para se demitir passados 4 meses da tomada de posse, ou foi muito ingénuo ou mente nos motivos.
Partindo da mais plausível, a segunda, é uma cobardia o que fez. Se o governo, o aparelho ou quem quer que seja estava contra ele é seu dever, enquanto ministro, zelar pelos interesses dos cidadãos. Preferiu o mais fácil.
Se Campos e Cunha buscava um voto de confiança de Sócrates e este não o deu, temo pelo futuro deste governo. Quando os motivos políticos, passados 4 meses, se sobrepõem à razão… Valha-nos Deus.
Partindo da mais plausível, a segunda, é uma cobardia o que fez. Se o governo, o aparelho ou quem quer que seja estava contra ele é seu dever, enquanto ministro, zelar pelos interesses dos cidadãos. Preferiu o mais fácil.
Se Campos e Cunha buscava um voto de confiança de Sócrates e este não o deu, temo pelo futuro deste governo. Quando os motivos políticos, passados 4 meses, se sobrepõem à razão… Valha-nos Deus.
Jogo abaixo

Eu bem avisei que iria ser difícil passar o tempo. Parece que o bridge e a canasta não chegaram para entreter toda a gente e, imagine-se, começou tudo a ficar assanhado. Salvo raras e nobres excepções, a direita bloguística está em plena fase de descontrolo emocional.
A depressão ideológica está a um pequeno passo.
quarta-feira, julho 20, 2005
Joder qué calor
Jogar futebol às 8 da noite em Madrid é remotamente equiparável a entrar no forno da padaria da Beira-Tejo às 5 da manhã… ou seja um calor insopurtável. À passagem da vintena de minutos, remetido voluntariamente à defesa, comecei a fazer uma cerradíssima marcação à zona… à zona da sombra que entretanto crescia na zona do canto.
Palavras que nunca te direi
Em espanhol algemas chamam-se esposas, retrete tem o bonito nome de inodoro e a página de jornal com os crimes e sequestros chama-se “pagina de sucesos”.
Mau feitio
Entra no WC do centro comercial e vê 5 urinóis livres. Um deles tem um papel afixado por cima com o aviso de avariado. É exactamente esse urinol o escolhido para a mijinha pretendida.
terça-feira, julho 19, 2005
Meu querido Portugal
Coimbra
Uma cidade cuja canção emblemática tem por letra, tem mais encanto na hora da despedida não pode augurar nada de bom. Se fosse um dentista eu ainda percebia já que toda a gente se quer pôr andar de lá, agora uma cidade.
Uma cidade cuja canção emblemática tem por letra, tem mais encanto na hora da despedida não pode augurar nada de bom. Se fosse um dentista eu ainda percebia já que toda a gente se quer pôr andar de lá, agora uma cidade.
Caras Noticias (apresentadores no banco)
Devia existir um espaço na televisão que se dedicava a contar onde andam os apresentadores/comentadores na prateleira. Onde estava a Serenella depois da casa cheia e antes do SMS? Por onde andou José Figueiras antes do Às duas por três? O que foi feito de Rui Tovar?
Podiam fazer o primeiro programa com o tema “Quem tem visto Júlio Isidro”.
Podiam fazer o primeiro programa com o tema “Quem tem visto Júlio Isidro”.
segunda-feira, julho 18, 2005
Escrita Portuguesa

Depois de tanto tempo, aqui vão POST(a)S p’ra todos!
Número de pessoas: 4
Tempo de preparação: 0H55
Modo de preparação: Lume&Forno
Grau de dificuldade: Médio
Ingredientes:
1 lombo(s) de bacalhau, 1 limão, 5 dl leite, 4 dente(s) de alho, 4 cebola(s), 1 ramo salsa, 4 dl azeite, sal e pimenta q.b., batata(s), 3 amigos.
Modo de Preparação:
1. Lava-se muito bem o bacalhau, tira-se a pele e põe-se de molho em água com o limão cortado às rodelas. Deve mudar-se a água de hora a hora até o bacalhau ficar bem demolhado.
2. Leva-se o leite ao lume com o bacalhau e deixa-se levantar fervura, após o que se passa por água fria.
3. Em seguida põe-se o bacalhau numa assadeira de barro e tempera-se com pimenta e sal se for necessário. Juntam-se os dentes de alho e as cebolas cortados, a salsa e o azeite de forma a cobrir bem o bacalhau.
4. À volta e por cima do bacalhau colocam-se as batatas cortadas às rodelas e regadas como mesmo azeite.
5. Leva-se ao forno e serve-se numa travessa.
6. Props p’ró pessoal.
Lingua Portuguesa
Espanha e Brasil firmaram a semana passada um acordo que obriga o ensino da lingua espanhola, como segunda lingua, em todos os liceus brasileiros.
Não é mais que constatar o óbvio que o Brasil, emparedado por países hispânicos, tem tudo a ganhar com este acordo, tanto a nível cultural como a nível económico.
Não podemos no entanto esquecer o portentado que o Brasil representa na América do Sul e aqui começam as coisas que não entendo.
O Instituto Cervantes e o Instituto Camões foram criados com um ano de diferença, 1991 e 1992 respectivamente, o Instituto Cervantes está centrado em 8(!) cidades brasileiras, o Instituto Camões tem apenas um centro de lingua portuguesa em toda a América do Sul, em Buenos Aires.
O espanhol é falado em 20 países por 400 milhões de pessoas, na sua maioria centrados no mesmo Continente.
O português é falado em 8 países, por mais de 200 milhões de pessoas, espalhado por 4 continentes, dos quais 6 estão virados para o Atlântico.
Apesar das condições extremamente vantajosas que a lingua portuguesa apresenta esta arrasta-se em morte lenta. Quando não seria utopia lutar pela hegemonia da lingua portuguesa na América do Sul verifica-se que Portugal, em mais de 10 anos, não fez qualquer esforço para penetrar no mundo hispânico.
Ora, são estas “pequenas coisas” que distinguem vistas curtas de vistas largas. O Instituto Cervantes está desde a sua fundação a profiar no Brasil com os resultados ilustrados no primeiro parágrafo deste texto.
Depois queixamo-nos.
Não é mais que constatar o óbvio que o Brasil, emparedado por países hispânicos, tem tudo a ganhar com este acordo, tanto a nível cultural como a nível económico.
Não podemos no entanto esquecer o portentado que o Brasil representa na América do Sul e aqui começam as coisas que não entendo.
O Instituto Cervantes e o Instituto Camões foram criados com um ano de diferença, 1991 e 1992 respectivamente, o Instituto Cervantes está centrado em 8(!) cidades brasileiras, o Instituto Camões tem apenas um centro de lingua portuguesa em toda a América do Sul, em Buenos Aires.
O espanhol é falado em 20 países por 400 milhões de pessoas, na sua maioria centrados no mesmo Continente.
O português é falado em 8 países, por mais de 200 milhões de pessoas, espalhado por 4 continentes, dos quais 6 estão virados para o Atlântico.
Apesar das condições extremamente vantajosas que a lingua portuguesa apresenta esta arrasta-se em morte lenta. Quando não seria utopia lutar pela hegemonia da lingua portuguesa na América do Sul verifica-se que Portugal, em mais de 10 anos, não fez qualquer esforço para penetrar no mundo hispânico.
Ora, são estas “pequenas coisas” que distinguem vistas curtas de vistas largas. O Instituto Cervantes está desde a sua fundação a profiar no Brasil com os resultados ilustrados no primeiro parágrafo deste texto.
Depois queixamo-nos.
Do que é feito o cócó
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