Por imperativos de justiça só decidirei daqui a duas ou três semanas mas, a julgar (permaturamente) pelo nº1, o Sol não ganha em mim um cliente. Como criatura de hábitos compulsivos viciada na segurança que esses mesmo hábitos conferem à minha existência/sobrevivência, temo e desejo ao mesmo tempo que me manterei do lado do Expresso.
De qualquer maneira, a estreia do Sol valeu quanto mais não seja pela entrevista a Maria Filomena Mónica. Pelas melhores e piores razões, só aquilo valeu os 2€ de despesa. Aliás, se o novo semanário mantivesse o calibre da rúbrica de uma forma estável e sustentável no seu futuro, acredito que muitos leitores (incluindo eu) não resistiriam a comprá-lo todos os sábados. Pena é a certeza que assim não acontecerá. O debut pôs a página 2 numa fasquia muito alta.
As cooperativas são pessoas colectivas autónomas, de livre constituição, de capital e composição variáveis, que, através da cooperação e entreajuda dos seus membros, com obediência aos princípios cooperativos, visam, sem fins lucrativos, a satisfação das necessidades e aspirações económicas, sociais ou culturais daqueles. [acooperativa@hotmail.com]
segunda-feira, setembro 18, 2006
Quando a Bertrand é a Meia-Laranja
Sobre o "Balada da Praia dos Cães" apenas há a dizer que é pior que cavalo ou crack cocaine. José Cardoso Pires (o JCP que não se confude com o nosso JCP e que nada tem a ver com a JCP) é o dealer e a Bertrand (ou qualquer outra livraria onde se venda o produto) funciona como o Casal Ventoso. Agora, que venha a ressaca.
sexta-feira, setembro 15, 2006
Chicago sport scene
Apesar do Jordan, do futebol americano, do soccer do que seja, em Chicago a instituição desportiva são os Cubs, jogam o pior baseball do planeta (i.e dos USA) e não ganham um campeonato desde 1905. Seus grandes rivais... White Sox de South side Chicago. Curiosidade... nunca jogam uma contra a outra porque disputam ligas diferentes (uma a American League outra a National league).quinta-feira, setembro 14, 2006
quarta-feira, setembro 13, 2006
E se... #3
... a Elsa Pataky tivesse mais tempo de antena durante a película? É essa a terceira interrogação que fica depois do seu visionamento. Estou farto de filmes machistas.
E se... #2
... alguém que sofra de ofidiofobia (medo de cobras) se lembrar de ir ver o filme? É essa a segunda interrogação que fica depois do seu visionamento. A resposta é clara. Com certeza que perderá de entre 10 a 15 anos de vida durante uns escassos 105 minutos.
E se... #1
... o novo "Snakes on a Plane" tivesse realizado por John Carpenter? É essa a primeira interrogação que fica depois do seu visionamento.
terça-feira, setembro 12, 2006
10-15 segundos de fama

O filme é óptimo, a realização belíssima, a fotografia e a montagem são prodigiosas, o Nicholson está no seu melhor... yada, yada, yada. Tudo isso é verdade mas o que é realmente interessa neste filme ainda ninguém falou e, pior, parece que quem tem ido ao inestimável Nimas não tem levado consigo a devida atenção. Eu reparei de imediato e fiquei absolutamente petrificado. Numa das cenas filmadas on location em Barcelona, a personagem de Maria Schneider dirige-se a um hotel nas Ramblas para fazer algo que para agora não interessa (principalmente para quem não teve ainda o prazer de ver a obra). E não é que, para enorme espanto deste que vos escreve, a personagem feminina ao dirigir-se à recepção, é atendida nada mais nada menos por um concierge interpretado pelo lendário ex-vice-presidente e sofrível ex-presidente do F.C. Barcelona, Joan Gaspart (à época nos seus 30-35 anos). Isto sim é informação importante sobre o filme. E que o céu me caia em cima se isto que afirmo não é verdade!
segunda-feira, setembro 11, 2006
Fantasmas
O que me anda a preocupar realmente é nunca ter sido publicado por aqui um post com uma citação acompanhada de uma nota do género "bold meu" ou "itálico meu". A continuar assim, tardará muito para a Cooperativa alcançar alguma maturidade.
Nos próximos tempos alguma coisa terá que ser feita em relação a esta maçada.
Nos próximos tempos alguma coisa terá que ser feita em relação a esta maçada.
sexta-feira, setembro 08, 2006
Penny volvió
Pretextos são sempre pretextos. Há uns melhores que os outros, mas nenhum escapa a um inevitável grau de oportunismo. Confissão feita, vamos ao que interessa.Aproveito então o pretexto bem fajuto da estreia nesta semana que finda do "Volver" de Álmodovar para, mais uma vez, decorar convenientemente este blog. Vale tudo para pôr uma fotografia de Penny por estas bandas. Em relação ao filme, este vosso que vos escreve opinou o que tinha a opinar há uns meses, aquando da respectiva ante-estreia por ocasião do agradável Lisbon Village Festival (1º Festival de Cinema Digital da Europa). Mas isso são coisas secundárias e coisas secundárias são para ficar em segundo plano.
Prioridades são prioridades e o que se pretende com este candidato a post é mesmo publicar a foto que o acompanha. Há vezes em que mesmo as palavras estão a mais.
quinta-feira, setembro 07, 2006
Claro como a água
Aqui está uma daquelas vezes em que não corro qualquer tipo de risco em falar em nome de todos os membros deste blog. Neste caso a audácia é nula. Como é evidente, também a Cooperativa junta o seu nome a estes. Óbvio.
terça-feira, setembro 05, 2006
Não leiam o texto
As pessoas insistem em dividir tudo em branco e preto para facilitar a compreensão do que os rodeia: são os cowboys e os índios, os bons e os maus, os países do eixo do mal e os outros, etc.
Esta é claramente uma forma simplista de ver as coisas, e por isso, como sou básico, decidi criar também uma divisão simplista do universo musical.
Criei portanto dois grandes grupos: A musica egoísta e a musica altruísta.
As músicas egoístas, caracterizam-se por terem um ritmo nem sempre uniforme, serem bastante complexa e normalmente têm letras mais interessantes. Funcionam muito bem num i-pod.
As músicas altruístas, caracterizam-se por um ritmo constante, uma letra muito simples (e menos trabalhada) e têm aquela característica a que se acostumou chamar “ser fácil ao ouvido”. Devem ser ouvidas em conjunto com outras pessoas.
Ora o mais interessante é que isto reflecte-se nas pessoas que ouvem a música, sendo tanto mais egoístas ou altruístas conforme a quantidade de música que ouvem de cada género.
Outro ponto interessante é que a musica que normalmente ocupa os tops de vendas são exemplos perfeitos do que entendo ser a música altruísta.
É portanto com muito prazer que vos digo que a nossa sociedade afinal está no bom caminho. Isto se calhar é uma extrapolação exagerada, mas acontece que para além de básico também sou optimista.
Esta é claramente uma forma simplista de ver as coisas, e por isso, como sou básico, decidi criar também uma divisão simplista do universo musical.
Criei portanto dois grandes grupos: A musica egoísta e a musica altruísta.
As músicas egoístas, caracterizam-se por terem um ritmo nem sempre uniforme, serem bastante complexa e normalmente têm letras mais interessantes. Funcionam muito bem num i-pod.
As músicas altruístas, caracterizam-se por um ritmo constante, uma letra muito simples (e menos trabalhada) e têm aquela característica a que se acostumou chamar “ser fácil ao ouvido”. Devem ser ouvidas em conjunto com outras pessoas.
Ora o mais interessante é que isto reflecte-se nas pessoas que ouvem a música, sendo tanto mais egoístas ou altruístas conforme a quantidade de música que ouvem de cada género.
Outro ponto interessante é que a musica que normalmente ocupa os tops de vendas são exemplos perfeitos do que entendo ser a música altruísta.
É portanto com muito prazer que vos digo que a nossa sociedade afinal está no bom caminho. Isto se calhar é uma extrapolação exagerada, mas acontece que para além de básico também sou optimista.
O homem ainda manda na máquina
O meu computador a partir de hoje ficou menos homofóbico, ou melhor, mais tolerante. Adicionei ao dicionário do Word os vocábulos homofobia, gay, lésbica, bissexual, transfobia, transgénero ou transsexual e respectivas variantes.
segunda-feira, setembro 04, 2006
sexta-feira, setembro 01, 2006
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