
"Hex Enduction Hour" dos The Fall
As cooperativas são pessoas colectivas autónomas, de livre constituição, de capital e composição variáveis, que, através da cooperação e entreajuda dos seus membros, com obediência aos princípios cooperativos, visam, sem fins lucrativos, a satisfação das necessidades e aspirações económicas, sociais ou culturais daqueles. [acooperativa@hotmail.com]
Apesar do Jordan, do futebol americano, do soccer do que seja, em Chicago a instituição desportiva são os Cubs, jogam o pior baseball do planeta (i.e dos USA) e não ganham um campeonato desde 1905. Seus grandes rivais... White Sox de South side Chicago. Curiosidade... nunca jogam uma contra a outra porque disputam ligas diferentes (uma a American League outra a National league).
Pretextos são sempre pretextos. Há uns melhores que os outros, mas nenhum escapa a um inevitável grau de oportunismo. Confissão feita, vamos ao que interessa.
Triste, mas utilíssima, coincidência esta de ter começado a ler o “Israel: A History” do inglês Martin Gilbert numa altura em que o Médio Oriente volta à actualidade com mais uma das suas cíclicas guerras (essa estupidez do aumento de violência ou escalada de tensão não pega).
Nos dias que correm, nem todos os caminhos vão dar à Alemanha. Quase, quase, mas não todos. A partir de hoje até a próxima segunda-feira (dia 26/06), sempre tendo o cuidado para não colidir com os horários estabelecidos pela FIFA, o que realmente interessa é acompanhar o novíssimo Lisbon Village Festival.
O ambiente estava distinto: da esquerda caviar alfacinha a ilustres representantes da nata intelectual e artística nova-iorquina - pelo meio, muitos anónimos... daqueles que rejubilam com o preço das imperiais.
O concerto foi por demais surpreendente. Porque foi bom e divertiu, tudo sem pretensões... sem bicos de pés. Para além disso, a sombra de Lou Reed pairou insistentemente durante o desempenho do trio e isto, sublinhe-se, tem de ser lido como um dos melhores elogios que eu podia fazer aos rapazes. Tudo com muita simplicidade. Apenas uma guitarra/voz (Michael Imperioli), um baixo (Elijah Amitin) e uma bateria (Olmo Tighe). Rock como deve ser.

Uma vez que estou a umas escassas 60 páginas de finalizar a leitura da muy agradável biografia "D. Sebastião, Rei de Portugal" do espanhol Antonio Villacorta Baños-García, chegou a hora certa de fazer uma expedição à 76ª Feira do Livro de Lisboa - Saramago que me perdoe, mas eu sempre gostei de fazer parte de minorias.