E atenção que falo apenas dos canais fora do "cabo", CBS, NBC, ABC e FOX, e excluo os re-runs "Simpsons", "Friends" "Seinfeld" e "Frasier" para mencionar os clássicos.
As cooperativas são pessoas colectivas autónomas, de livre constituição, de capital e composição variáveis, que, através da cooperação e entreajuda dos seus membros, com obediência aos princípios cooperativos, visam, sem fins lucrativos, a satisfação das necessidades e aspirações económicas, sociais ou culturais daqueles. [acooperativa@hotmail.com]
sábado, setembro 30, 2006
Season Premieres
E atenção que falo apenas dos canais fora do "cabo", CBS, NBC, ABC e FOX, e excluo os re-runs "Simpsons", "Friends" "Seinfeld" e "Frasier" para mencionar os clássicos.
Daily routine
quinta-feira, setembro 28, 2006
O mundo é a nossa ostra
O planeta Terra e arredores pensava que a Cooperativa tinha já atingido o seu pico, que estava já em pleno período de glória... enfim, a desfrutar a sua Golden Age. Não. Isto ainda agora começou. Em nome dos restante membros do blog queria apenas desejar as boas-vindas à nossa mais recente aquisição. Um grande abraço para o FM e só não lhe desejo boa sorte,porque a sorte é toda nossa.quarta-feira, setembro 27, 2006
Apontamento II
Nada me preparava, no entanto, para o choque que o Mid-West americano me reservava. Aqui o mundo assume formas diferentes, começa em Los Angeles desbrava o continente americano até chegar a Nova York e daí em salto mortal passa directamente para o Médio Oriente ignorando olimpicamente a Europa. Exagero dirão, e com razão. O ponto que queria fazer era a inexistência em termos absolutos de referências a Portugal – em países tão grandes custa ser tão pequeno .
Em qualquer praça, atrium ou outro sítio propício a bandeiras eu bem posso olhar em busca da esfera armilar, pois mais rapidamente encontro a bandeira de St. Kitts do que os 5 reis mouros da batalha de Ourique. De nada me serve falar com um brasileiro dizendo que o nosso país é “lindo e maravilhoso” quando, em contraste, me sento com um amigo chileno no autocarro e o condutor pergunta de onde somos, após a correcta indicação da proveniência, surge a exclamação “Ohhh so you guys are from South America!”, seguido de um cúmplice “habla español”.
Mas como em tudo, há momentos em que os pequenos se agigantam, ou não fosse a nossa parábola preferida o David e Golias. E sem mais, num só dia, em televisão nacional, duas referências a Portugal. A primeira no “Jeopardy” – concurso com mais anos de televisão – quando uma concorrente diz que vai aplicar o dinheiro que ganhar em aulas de português para aprender a cantar… o fado. Seguido de um episódio CSI onde o “cirque de soleil” para imitar uma tempestade de areia utiliza “portuguese cork”.
Podem não ser grande coisa, mas pelo menos “lava os olhos”.
A militância continua
quinta-feira, setembro 21, 2006
Apontamento
Os EUA são uma sociedade competitiva. Facto absolutamente incontornável e axioma sugestivo para início de conversa em qualquer cocktail de empresa. Para a tornar competitiva vivem sobre o auspício (verdadeiro e não meramente retórico) da igualdade de oportunidades. A todos é dado oportunidade de vencer, de conquistar, e os que conseguem muito bem, os que não conseguem muito mal, i.e., os que conseguem por isso são admirados e queridos sem qualquer ponta da inveja, hipocrisia ou desdém – não existe o comportamento clássico europeu (sobretudo latino) de “puxar para baixo” ou nivelar pela mediana. Os que não conseguem, apesar das oportunidades, são entregues aquilo que os americanos têm de pior, a solidariedade.
E porque é assim, porque a sociedade americana assenta nesta base, o individualismo é quem mais ordena. Quem está ao meu lado é meu concorrente. Eu estou por minha conta e por minha conta estou, eu não dependo de ninguém nem de ninguém quero depender. Por mais estranho que aparente a um europeu, a amizade não é um conceito indispensável para sobreviver nos EUA, e muito menos é o conceito de família.
A mim tudo isto não me parece necessariamente mau, antes pelo contrário, a Europa está no estado em que se encontra por absoluto imobilismo, pelo horror à competição – no fundo, no fundo somos todos uns grandes amigalhaços – e por teimar que todo o insucesso tem uma explicação.
Por outro lado não significa que tudo seja necessariamente bom, um americano quando o dia acaba tem de sentir uma solidão angustiante. Mas para isso sempre existe Prozac.
quarta-feira, setembro 20, 2006
Freak Scene

Sunburned Hand of the Man
Ontem na ZDB, com os Loosers e principalmente com os Sunburned Hand of the Man, montou-se uma verdadeira pagodeira. Um clássico caso do tipo "nem saberia por onde começar". Tanta liberdade até assustou.
terça-feira, setembro 19, 2006
segunda-feira, setembro 18, 2006
Há coisas que não têm preço
De qualquer maneira, a estreia do Sol valeu quanto mais não seja pela entrevista a Maria Filomena Mónica. Pelas melhores e piores razões, só aquilo valeu os 2€ de despesa. Aliás, se o novo semanário mantivesse o calibre da rúbrica de uma forma estável e sustentável no seu futuro, acredito que muitos leitores (incluindo eu) não resistiriam a comprá-lo todos os sábados. Pena é a certeza que assim não acontecerá. O debut pôs a página 2 numa fasquia muito alta.
Quando a Bertrand é a Meia-Laranja
sexta-feira, setembro 15, 2006
Chicago sport scene
Apesar do Jordan, do futebol americano, do soccer do que seja, em Chicago a instituição desportiva são os Cubs, jogam o pior baseball do planeta (i.e dos USA) e não ganham um campeonato desde 1905. Seus grandes rivais... White Sox de South side Chicago. Curiosidade... nunca jogam uma contra a outra porque disputam ligas diferentes (uma a American League outra a National league).quinta-feira, setembro 14, 2006
quarta-feira, setembro 13, 2006
E se... #3
E se... #2
E se... #1
terça-feira, setembro 12, 2006
10-15 segundos de fama

O filme é óptimo, a realização belíssima, a fotografia e a montagem são prodigiosas, o Nicholson está no seu melhor... yada, yada, yada. Tudo isso é verdade mas o que é realmente interessa neste filme ainda ninguém falou e, pior, parece que quem tem ido ao inestimável Nimas não tem levado consigo a devida atenção. Eu reparei de imediato e fiquei absolutamente petrificado. Numa das cenas filmadas on location em Barcelona, a personagem de Maria Schneider dirige-se a um hotel nas Ramblas para fazer algo que para agora não interessa (principalmente para quem não teve ainda o prazer de ver a obra). E não é que, para enorme espanto deste que vos escreve, a personagem feminina ao dirigir-se à recepção, é atendida nada mais nada menos por um concierge interpretado pelo lendário ex-vice-presidente e sofrível ex-presidente do F.C. Barcelona, Joan Gaspart (à época nos seus 30-35 anos). Isto sim é informação importante sobre o filme. E que o céu me caia em cima se isto que afirmo não é verdade!
segunda-feira, setembro 11, 2006
Fantasmas
Nos próximos tempos alguma coisa terá que ser feita em relação a esta maçada.
sexta-feira, setembro 08, 2006
Penny volvió
Pretextos são sempre pretextos. Há uns melhores que os outros, mas nenhum escapa a um inevitável grau de oportunismo. Confissão feita, vamos ao que interessa.Aproveito então o pretexto bem fajuto da estreia nesta semana que finda do "Volver" de Álmodovar para, mais uma vez, decorar convenientemente este blog. Vale tudo para pôr uma fotografia de Penny por estas bandas. Em relação ao filme, este vosso que vos escreve opinou o que tinha a opinar há uns meses, aquando da respectiva ante-estreia por ocasião do agradável Lisbon Village Festival (1º Festival de Cinema Digital da Europa). Mas isso são coisas secundárias e coisas secundárias são para ficar em segundo plano.
Prioridades são prioridades e o que se pretende com este candidato a post é mesmo publicar a foto que o acompanha. Há vezes em que mesmo as palavras estão a mais.
quinta-feira, setembro 07, 2006
Claro como a água
terça-feira, setembro 05, 2006
Não leiam o texto
Esta é claramente uma forma simplista de ver as coisas, e por isso, como sou básico, decidi criar também uma divisão simplista do universo musical.
Criei portanto dois grandes grupos: A musica egoísta e a musica altruísta.
As músicas egoístas, caracterizam-se por terem um ritmo nem sempre uniforme, serem bastante complexa e normalmente têm letras mais interessantes. Funcionam muito bem num i-pod.
As músicas altruístas, caracterizam-se por um ritmo constante, uma letra muito simples (e menos trabalhada) e têm aquela característica a que se acostumou chamar “ser fácil ao ouvido”. Devem ser ouvidas em conjunto com outras pessoas.
Ora o mais interessante é que isto reflecte-se nas pessoas que ouvem a música, sendo tanto mais egoístas ou altruístas conforme a quantidade de música que ouvem de cada género.
Outro ponto interessante é que a musica que normalmente ocupa os tops de vendas são exemplos perfeitos do que entendo ser a música altruísta.
É portanto com muito prazer que vos digo que a nossa sociedade afinal está no bom caminho. Isto se calhar é uma extrapolação exagerada, mas acontece que para além de básico também sou optimista.
O homem ainda manda na máquina
segunda-feira, setembro 04, 2006
sexta-feira, setembro 01, 2006
quinta-feira, agosto 31, 2006
quarta-feira, agosto 30, 2006
Miscigenação
terça-feira, agosto 29, 2006
Precedências
Nestas coisas a lógica pode ser de uma tirania esmagadora.
segunda-feira, agosto 28, 2006
Resoluções de Verão
quinta-feira, agosto 24, 2006
Tendência implacável
Muito do que aprendi na faculdade (e convenhamos... não foi assim tanto) vai por água abaixo. Definitivamente, essa coisa romântica dos direitos adquiridos já não é o que era.
quarta-feira, agosto 23, 2006
Terapia de choque
sexta-feira, agosto 11, 2006
quinta-feira, agosto 10, 2006
... e de repente, poderia ser considerada a melhor música de sempre...
I remember from maps.
I see the shoreline.
I see the whitecaps.
A baseball diamond, nice weather down there.
I see the school and the houses where the kids are.
Places to park by the factories and buildings.
Restaunts and bar for later in the evening.
Then we come to the farmlands, and the undeveloped areas.
And I have learned how these things work together.
I see the parkway that passes through them all.
And I have learned how to look at these things and I say,
(chorus)
I wouldnt live there if you paid me.
I couldnt live like that, no siree!
I couldnt do the things the way those people do.
I couldnt live there if you paid me to.
I guess its healthy, I guess the air is clean.
I guess those people have fun with their neighbours and friends.
Look at that kitchen and all of that food.
Look at them eat it guess it tastes real good.
They grow it in the farmlands
And they take it to the stores
They put it in the car trunk
And they bring it back home
And I say ...
(chorus)
I wouldnt live there if you paid me.
I couldnt live like that, no siree!
I couldnt do the things the way those people do.
I wouldnt live there if you paid me to.
Im tired of looking out the windows of the airplane
Im tired of travelling, I want to be somewhere.
Its not even worth talking
About those people down there.
Goo goo ga ga ga
Goo goo ga ga ga
The Big Country, Talking Heads
quarta-feira, agosto 09, 2006
Silly season por Lx #2
terça-feira, agosto 08, 2006
Silly season por Lx #1
Melhor, só mesmo a reedição do catálogo completo dos Funkadelic na Westbound. Mas com isso, nem o CDS/PP consegue competir... it's a parliafunkadelicment thang.
segunda-feira, agosto 07, 2006
quinta-feira, agosto 03, 2006
quarta-feira, agosto 02, 2006
,
terça-feira, agosto 01, 2006
segunda-feira, julho 31, 2006
Buraka Som Sistema *
* O EP de estreia, “From Buraka to the World EP”, é de venda exclusiva na FNAC e tem uma edição limitada de 500 cópias... run Forrest, run!!!
quinta-feira, julho 27, 2006
quarta-feira, julho 26, 2006
Uns têem, outros não
Déjà-vu
Triste, mas utilíssima, coincidência esta de ter começado a ler o “Israel: A History” do inglês Martin Gilbert numa altura em que o Médio Oriente volta à actualidade com mais uma das suas cíclicas guerras (essa estupidez do aumento de violência ou escalada de tensão não pega).O livro é em si mesmo é um supra-sumo. A sua grandeza (600 e tal páginas) é paradoxalmente proporcional à facilidade com que se lê. Por outro lado, a clareza histórica aliada à honestidade intelectual com que o incansável historiador escreve é bastante reconfortante para qualquer leitor (principalmente num tema como este).
O que acaba por ser perturbador é o simples facto que toda a problemática, salvo algumas nuances, permanecer exactamente a mesma desde há pelo menos 80 anos para cá. A essência de todo o cenário em nada se alterou.
Independentemente dos lados, a intransigência é a mesma. O recurso à violência continua a ser o único meio considerado genuinamente válido e proveitoso para o que quer que seja e por quem quer que seja. A intolerância étnico-religiosa mantém-se, permanece a mesma falta de diálogo e verificam-se as mesmas tácticas terroristas. Continuam as semelhantes posições unilaterais e a mesma passividade e incompetência da so called comunidade internacional. As mesmas explosões de violência periódicas, os mesmos... enfim, o mesmo tudo e o mesmo nada.
segunda-feira, julho 24, 2006
Filho de peixe (com certeza) sabe nadar
quarta-feira, julho 19, 2006
segunda-feira, julho 17, 2006
sexta-feira, julho 14, 2006
Eufemisticamente falando
p.s.: ... já me esquecia: para hoje está previsto um dia relativamente mais acalorado...
quinta-feira, julho 13, 2006
terça-feira, julho 11, 2006
The bubble boy
segunda-feira, julho 10, 2006
sexta-feira, julho 07, 2006
Narcisismo
quinta-feira, julho 06, 2006
terça-feira, julho 04, 2006
segunda-feira, julho 03, 2006
Felicitações extra-futebol
sexta-feira, junho 30, 2006
Cannes
A palestra
Depois gostava que vissem com atenção esta conferência de um senhor chamado Ken Robinson. Eu sei que são vinte minutos mas não se vão arrepender. Vá lá, vejam lá.
quinta-feira, junho 29, 2006
quarta-feira, junho 28, 2006
Pormenores que contam
(...) terei de fazer-lhe algumas perguntas, Todas as que quiser, e esta frase é uma das tais que poderíamos acrescentar ao rol das tantas que muito disseram nos tempos passados, na infância das palavras, Estou ao seu dispor, Com muito gosto, Será um prazer, Tudo o que queira. (...)
A/C Marca
segunda-feira, junho 26, 2006
sexta-feira, junho 23, 2006
Mentirinhas sem importância

Desta vez não sucumbi ao El Deseo como é costume."Volver" em nenhum momento chega ao brilhantismo das melhores obras de Pedro Almodóvar. Algo que acaba por não ter nada de trágico, tendo em conta que a média qualitativa estabelecida pela bitola almodóvariana está muito em cima - tão alta como a média de golos do Jardel na liga portuguesa. Em algum momento o homem tinha que ceder na qualidade. É impossível lançar obras-primas de 3 em 3 anos... ou algo parecido.
Mesmo assim, nesta verdadeira tragicomédia, conto de faca e alguidar com algum Hitchcock à espreita, uma coisa, ou melhor, uma personagem ilumina o ecrã. Penélope Cruz. Sim. Penélope Cruz. Só desfrutá-la outra vez numa película espanhola é já de si um facto a festejar. Aliás, não tenho muitas dúvidas de que haveria de ser obrigatório por lei que a menina apenas pudesse representar em castelhano: entre ser abaixo de sofrível em inglês ou ser resplandecente com a língua-mãe, as opções do legislador seriam evidentes.
No filme, Penélope aparece numa irresistível versão classe-operária, uma reina suburbana na grande Madrid a quem o espectador não dá qualquer tipo de luta. Ao aparecer pela primeira vez o ecrã começa logo a suar e, daí até ao final, só dá Penélope, Penélope, Penélope e Penélope. Mesmo com a participação da emblemática Carmen Maura e da excelente Blanca Portillo, acaba por ser inevitável entregar toda a atenção e disponibilidade à “Raimunda”. Não há escapatória. Mesmo que se queira praticar um dos grandes desportos culturais da actualidade (desancá-la), é impossível, pelo menos durante 120 minutos, não entregar os pontos.
O filme nunca chega a um ponto tal de desinspiração em seja necessário um salvamento, mas caso contrário, Penélope lá estaria para dar conta do recado. Quando as luzes se acendem, fica sempre a possibilidade de recuperar a dignidade perdida e comentar com os outros espectadores tudo menos o que realmente interessa. Mentirinhas sem importância.
quarta-feira, junho 21, 2006
Poiso para os próximos dias
Nos dias que correm, nem todos os caminhos vão dar à Alemanha. Quase, quase, mas não todos. A partir de hoje até a próxima segunda-feira (dia 26/06), sempre tendo o cuidado para não colidir com os horários estabelecidos pela FIFA, o que realmente interessa é acompanhar o novíssimo Lisbon Village Festival.Hoje a coisa já promete: cerimónia de abertura com a presença de Mia Farrow e exibição especial (estreia absoluta) da nova curta-metragem de Marco "Alice" Martins, intitulada "Um Ano Mais Longo". Li por aí que mais uma vez Lisboa, menina e moça, é um dos grandes protagonistas da história.
Para amanhã, e com certeza para gaúdio de Mário Lino, estão preparadas grandes manifestações de iberismo, mas isso é conversa para outro post.
segunda-feira, junho 19, 2006
Intermezzo
sexta-feira, junho 16, 2006
In loco
quarta-feira, junho 14, 2006
segunda-feira, junho 12, 2006
Baile

O local dificilmente seria mais apropriado e bem escolhido. Por lá, fico sempre com a impressão que tudo dá mais prazer e a imperial é 1,50 € (nos dias que correm este preço é de uma decência notável).
O ambiente estava distinto: da esquerda caviar alfacinha a ilustres representantes da nata intelectual e artística nova-iorquina - pelo meio, muitos anónimos... daqueles que rejubilam com o preço das imperiais.
O concerto foi por demais surpreendente. Porque foi bom e divertiu, tudo sem pretensões... sem bicos de pés. Para além disso, a sombra de Lou Reed pairou insistentemente durante o desempenho do trio e isto, sublinhe-se, tem de ser lido como um dos melhores elogios que eu podia fazer aos rapazes. Tudo com muita simplicidade. Apenas uma guitarra/voz (Michael Imperioli), um baixo (Elijah Amitin) e uma bateria (Olmo Tighe). Rock como deve ser.
sexta-feira, junho 09, 2006
Gestão de recursos
quarta-feira, junho 07, 2006
Dieta
terça-feira, junho 06, 2006
segunda-feira, junho 05, 2006
Torquemada: o regresso
Virtuoso polivalente
sexta-feira, junho 02, 2006
Pausa para o Direito
Espelho meu, espelho meu

A diferença é um direito. Para as/os mais vaidosas/os e não só, mas sempre com bom gosto. A Maison du Recyclage também vai lá estar... e encantar.
É já amanhã: corram, mas não empurrem
quinta-feira, junho 01, 2006
Histórias
Uma vez que estou a umas escassas 60 páginas de finalizar a leitura da muy agradável biografia "D. Sebastião, Rei de Portugal" do espanhol Antonio Villacorta Baños-García, chegou a hora certa de fazer uma expedição à 76ª Feira do Livro de Lisboa - Saramago que me perdoe, mas eu sempre gostei de fazer parte de minorias.Em relação à biografia de "O Desejado" (do que tenho lido o cognome mais correcto seria mesmo "O Destrambelhado"), uma das suas melhores qualidades reside na nacionalidade do seu autor. O facto de estarmos perante um historiador espanhol, um suposto "inimigo de Castela", dá ao leitor português uma nova visão e interpretação dos factos, bem distinta daquela a que está habituado - seja esta proveniente do ensino de História de Portugal nas escolas, seja das diversas abordagens dos historiadores lusos. Este tipo de situação que muitas vezes se estabelece (historiador como outsider em relação aos factos históricos em análise), prova que a dissertação histórica tem grandes variantes e uma das que imediatamente se impõe é a posição do analista face a determinados factos. A cada ângulo, cada visão. O exemplo mais flagrante que conheço deste tipo de casos na literatura histórica ou de história é o fabuloso "As Cruzadas Vistas pelos Árabes" de Amin Malouf. Desde que li o livro do libanês a minha percepção das e sobre as cruzadas mudou radicalmente, ou seja, uma vez que se tem acesso a um ponto de vista diferenciado do nosso, a percepção das coisas molda-se à novidade, aos novos dados, às novas interpretações e novas fontes. Irremediavelmente modificasse a visão global de determinado facto ou acontecimento. Tudo uma questão de pontos de vista.
Mas em relação a um ponto determinado do reinado de D. Sebastião, nem a visão castelhana de Antonio Villacorta Baños-García muda o que seja. É certo e sabido que depois do desaparecimento do rei moleque, aqui por Portugal, as coisas foram sempre a descer. Sempre, sempre a descer.



































