As cooperativas são pessoas colectivas autónomas, de livre constituição, de capital e composição variáveis, que, através da cooperação e entreajuda dos seus membros, com obediência aos princípios cooperativos, visam, sem fins lucrativos, a satisfação das necessidades e aspirações económicas, sociais ou culturais daqueles. [acooperativa@hotmail.com]
quarta-feira, janeiro 03, 2007
Primeiras revelações de 2007 #3
Apesar de todos os acontecimentos do passado recente, o combinado nº 8 do Galeto continua a ser uma das imprescindibilidades da cidade de Lisboa.
quinta-feira, dezembro 28, 2006
Sentimento de pertença
Agora que de um modo auto-altruísta (vulgo egoísta) presenteei à minha pessoa 32 polegadas de cristais líquidos tudo ficou mais claro e evidente. Agora sim, compreendo como e porquê toda a sociedade ocidental se entregou sem cerimónias a um sedentarismo militante. Assim também eu.
quinta-feira, dezembro 21, 2006
sexta-feira, dezembro 15, 2006
Férias de Inverno - notas #6
Só viaja sozinho quem quer. Não passa de uma opção pura e dura. Eu fiz a minha e não me posso queixar. Antes pelo contrário.Foram-me apresentados por Norman Mailer e desde o início que Croft, Hearn, Martinez, Cummings, Brown, Gallagher, Rhidges, Roth, Goldstein, Red, Wilson, Dalleson, Mantelli, Cohn e muitos mais fizeram o favor de me fazer companhia nestes últimos dias.
Fosse na praia, na selva, nos bunkers, nos barcos, nas camaratas, ao sol, à chuva, ao frio. Nunca me falharam. Gente rija e rude, mas também gente brava com muita coisa para contar.
segunda-feira, dezembro 11, 2006
Férias de Inverno - notas #4
Continuo sem conseguir compreender essa coisa dos fish 'n' chips. Ultrapassa-me.
Férias de Inverno - notas #2
Férias de Inverno - notas #1
Tudo na vida tem que ter princípio, meio e fim. Este ano não foi excepção. Começou-se a semana com Yo La Tengo ao vivo, a meio uma passagem por Old Trafford, Manchester para ganhar carácter e termina-se com 2 horas sabáticas embalado ao som dos Lambchop.
Venha o dia-a-dia. Estou pronto.
Venha o dia-a-dia. Estou pronto.
Obituário
quarta-feira, dezembro 06, 2006
quinta-feira, novembro 30, 2006
Há sempre um se
Este é o nosso mundo nu e cru
Se Adão soubesse no que isto ia dar
Só teria fodido Eva no cu
Valete in "Serviço Público"
Se Adão soubesse no que isto ia dar
Só teria fodido Eva no cu
Valete in "Serviço Público"
quarta-feira, novembro 22, 2006
quinta-feira, novembro 16, 2006
Oprah Pop
Oprah é um fenómeno nos EUA. Esta mulher goza de um prestígio e de um poder difícil de igualar, e qual a sua principal ocupação? Um programa que existe desde 1986, parecido com o que Fátima Lopes fazia na SIC há uns anos. No entanto fá-lo de uma forma inigualável pois pode estar a falar com a Júlia Roberts ou com uma mulher sem braços que fala com a mesma sinceridade. Pode dissertar sobre o cancro da mama ou do seu problema crónico em engordar que a naturalidade é a mesma, pode ter a Madonna em exclusivo mundial a falar sobre a sua última adopção (como teve) ou ter um cão que nasceu sem as duas patas da frente e que aprendeu a andar como um canguru que fica igualmente emocionada.
Tanto dá um Pontiac a cada espectador (sobretudo espectadoras) do programa, como lhes paga as hipotecas ou, como fez recentemente, “convenceu” um banco a dar a cada espectador 1000 dólares para fazer uma boa acção a qualquer pessoa desde que não fosse seu familiar.
Tem um clube de leitura cuja poder e a extensão é tão grande que qualquer livro recomendado no programa entra directamente para a lista de bestsellers na semana seguinte.
Qualquer sondagem lhe dá imediatamente a vitória em qualquer cargo político no Estado de Illinois.
É tal o poder desta mulher que em uma semana é convidada a discursar no dia do holocausto perante as vítimas (a relação ultrapassa-me) e no dia seguinte está em Washington a colocar a primeira pedra no Martin Luther King memorial ao lado de dois presidentes dos EUA.
Em síntese, é uma mulher cheia de poder sem deixar de ser mulher, que inspira confiança, dá esperança e luta activamente por um mundo melhor.
O único revés? Parece que não foi convidada para o casamento do Tom Cruise na próxima semana (desde que saltou no sofá no programa a coisa ficou preta). Mas como dizem por cá ele vai arrepender-se de não a ter convidado.
(Para a Ana e a Rita, maiores fãs da Oprah que conheço)
Tanto dá um Pontiac a cada espectador (sobretudo espectadoras) do programa, como lhes paga as hipotecas ou, como fez recentemente, “convenceu” um banco a dar a cada espectador 1000 dólares para fazer uma boa acção a qualquer pessoa desde que não fosse seu familiar.
Tem um clube de leitura cuja poder e a extensão é tão grande que qualquer livro recomendado no programa entra directamente para a lista de bestsellers na semana seguinte.
Qualquer sondagem lhe dá imediatamente a vitória em qualquer cargo político no Estado de Illinois.
É tal o poder desta mulher que em uma semana é convidada a discursar no dia do holocausto perante as vítimas (a relação ultrapassa-me) e no dia seguinte está em Washington a colocar a primeira pedra no Martin Luther King memorial ao lado de dois presidentes dos EUA.
Em síntese, é uma mulher cheia de poder sem deixar de ser mulher, que inspira confiança, dá esperança e luta activamente por um mundo melhor.
O único revés? Parece que não foi convidada para o casamento do Tom Cruise na próxima semana (desde que saltou no sofá no programa a coisa ficou preta). Mas como dizem por cá ele vai arrepender-se de não a ter convidado.
(Para a Ana e a Rita, maiores fãs da Oprah que conheço)
quarta-feira, novembro 15, 2006
Made in USA
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