Sem dúvida, dois dos grandes vencedores da noite.As cooperativas são pessoas colectivas autónomas, de livre constituição, de capital e composição variáveis, que, através da cooperação e entreajuda dos seus membros, com obediência aos princípios cooperativos, visam, sem fins lucrativos, a satisfação das necessidades e aspirações económicas, sociais ou culturais daqueles. [acooperativa@hotmail.com]
segunda-feira, fevereiro 26, 2007
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
segunda-feira, fevereiro 19, 2007
TAP (take another plane)
E as tendas de campismo?
quinta-feira, fevereiro 15, 2007
segunda-feira, fevereiro 12, 2007
sexta-feira, fevereiro 09, 2007
Obituários sob pressão
quarta-feira, fevereiro 07, 2007
Prince
Este ano parece que o Prince, deliberadamente, usou do seu instrumento fálico.
E alguém veio lembrar: on Prince's "Purple Rain" tour in the mid `80s, he performed with a guitar that would ejaculate, squirting water out of its end during the climax of "Let's Go Crazy."
É o que dá não convidarem a Celine Dion para os intervalos.
terça-feira, fevereiro 06, 2007
Regresso prematuro
segunda-feira, fevereiro 05, 2007
Chicago T(B)ears
sexta-feira, janeiro 26, 2007
Examinando a lama
quinta-feira, janeiro 25, 2007
Óscares 2007
http://www.oscars.org/79academyawards/trailer/index.html
(Via S+V)
Ordem de grandeza
segunda-feira, janeiro 22, 2007
SuperBowl


Promete ser um dos melhores superbowls dos últimos anos. De um lado os Chicago Bears com a melhor defesa do campeonato, personificada nessa besta humana que é o Brian Urlacher. Do outro os Indianapolis Colts com o melhor quarter back de há muitos anos, Peyton Manning. Um homem de quem se diz que sabe mais deste jogo que qualquer treinador.
sexta-feira, janeiro 19, 2007
Deus escreve direito por linhas tortas
quinta-feira, janeiro 18, 2007
terça-feira, janeiro 16, 2007
Facts about Jack Bauer
Outros factos aqui;
http://www.notrly.com/jackbauer/index.php?topthirty
segunda-feira, janeiro 15, 2007
Derby é derby
sexta-feira, janeiro 12, 2007
DVDitis

Porque me revejo em cada frase aqui escrita;
"Little did I, a moderate TV-watcher ("Grey's Anatomy," "The Daily Show," some late-night CNN), know what I was getting into a year ago on New Year's Eve, when two fellow journalist friends -- they know who they are -- recommended that my significant other and I check out "24."
I added the first disc to our Netflix queue. It sat for months on top of the TV set, waiting in line behind some erudite foreign film that we'd been sort of avoiding, like homework. (DVD guilt: That's a whole other column.)
But eventually we watched that first episode, and an obsession was born. It became an unspoken contract: We were going to watch the whole thing, no matter what -- even if we stopped liking it, even if it got boring. Why? Would it be trite to say "because it was there?" Leaving the job half done, as federal agent Jack Bauer might say, was "not an option."
We started going out less. Magazines went straight to the "read later" pile. Dinner became a regular date in the living room: us and Jack, that square-jawed, resolute, impossibly loyal yet subversive federal agent played by Kiefer Sutherland. And, like Jack himself (yes, we're on a first-name basis by now), we had good days and bad, but we were pushing through the pain, single-minded in our pursuit.
There were, necessarily, breaks for business trips or vacations. And there were countless times when one of us annoyed the other mightily by falling asleep mid-episode (because of the late hour, not the content) -- meaning we had to rewind and start over. Woe to the one with drooping eyelids. Me to him: "Open your eyes!" Him to me: "Sit up straight!" Or, the most evil weapon: forced feeding of Haagen-Dazs, as an emergency sugar injection. Somehow, we got through four seasons and counting."
Ler na íntegra: www.cnn.com/2007/SHOWBIZ/TV/01/11/tv.thedvdhabit.ap/index.html
quinta-feira, janeiro 11, 2007
Michael Jantzen
33 chapas

(Lindsay Lohan por Mario Testino)
Via João Lopes, cheguei à resenha fotográfica do ano de 2006 promovida pela excelsa Vanity Fair. Não há muita coisa a dizer. Uma fotografia é feita para ser observada... o resto é puramente acessório.
quarta-feira, janeiro 10, 2007
terça-feira, janeiro 09, 2007
A/C da Exma. Sra. Dra. Maria José Morgado
E porque estamos sempre a aprender...
segunda-feira, janeiro 08, 2007
sexta-feira, janeiro 05, 2007
Primeiras revelações de 2007 #5
Primeiras revelações de 2007 #4
quarta-feira, janeiro 03, 2007
Primeiras revelações de 2007 #3
quinta-feira, dezembro 28, 2006
Sentimento de pertença
quinta-feira, dezembro 21, 2006
sexta-feira, dezembro 15, 2006
Férias de Inverno - notas #6
Só viaja sozinho quem quer. Não passa de uma opção pura e dura. Eu fiz a minha e não me posso queixar. Antes pelo contrário.Foram-me apresentados por Norman Mailer e desde o início que Croft, Hearn, Martinez, Cummings, Brown, Gallagher, Rhidges, Roth, Goldstein, Red, Wilson, Dalleson, Mantelli, Cohn e muitos mais fizeram o favor de me fazer companhia nestes últimos dias.
Fosse na praia, na selva, nos bunkers, nos barcos, nas camaratas, ao sol, à chuva, ao frio. Nunca me falharam. Gente rija e rude, mas também gente brava com muita coisa para contar.
segunda-feira, dezembro 11, 2006
Férias de Inverno - notas #4
Férias de Inverno - notas #2
Férias de Inverno - notas #1
Venha o dia-a-dia. Estou pronto.
Obituário
quarta-feira, dezembro 06, 2006
quinta-feira, novembro 30, 2006
Há sempre um se
Se Adão soubesse no que isto ia dar
Só teria fodido Eva no cu
Valete in "Serviço Público"
quarta-feira, novembro 22, 2006
quinta-feira, novembro 16, 2006
Oprah Pop
Tanto dá um Pontiac a cada espectador (sobretudo espectadoras) do programa, como lhes paga as hipotecas ou, como fez recentemente, “convenceu” um banco a dar a cada espectador 1000 dólares para fazer uma boa acção a qualquer pessoa desde que não fosse seu familiar.
Tem um clube de leitura cuja poder e a extensão é tão grande que qualquer livro recomendado no programa entra directamente para a lista de bestsellers na semana seguinte.
Qualquer sondagem lhe dá imediatamente a vitória em qualquer cargo político no Estado de Illinois.
É tal o poder desta mulher que em uma semana é convidada a discursar no dia do holocausto perante as vítimas (a relação ultrapassa-me) e no dia seguinte está em Washington a colocar a primeira pedra no Martin Luther King memorial ao lado de dois presidentes dos EUA.
Em síntese, é uma mulher cheia de poder sem deixar de ser mulher, que inspira confiança, dá esperança e luta activamente por um mundo melhor.
O único revés? Parece que não foi convidada para o casamento do Tom Cruise na próxima semana (desde que saltou no sofá no programa a coisa ficou preta). Mas como dizem por cá ele vai arrepender-se de não a ter convidado.
(Para a Ana e a Rita, maiores fãs da Oprah que conheço)
quarta-feira, novembro 15, 2006
Made in USA
Ambiguidades
sexta-feira, novembro 10, 2006
quinta-feira, novembro 09, 2006
Descodificação
Trata-se de uma crítica disfarçada de elogio ou de um elogio disfarçado de crítica?
quarta-feira, novembro 08, 2006
Nem sequer a mediocridade é uma opção

Ao ouvir "I Am Not Afraid of You and I Will Beat Your Ass", último do trio de Hoboken que só pelo título vale a respectiva compra, fica-se novamente com a impressão que os Yo La Tengo não sabem fazer nada de realmente mau. Nem essa humildade parecem ter a preocupação de demonstrar. São como aqueles jogadores da bola que, mesmo se quisessem, não conseguiriam jogar mal. Uns chatos, mas uns chatos bons como à merda.
terça-feira, novembro 07, 2006
Uma campanha alegre
A história conta-se numa penada;
No início o governador do Estado de Illinois era um septuagenário republicano de nome Ryan (nome que destoa com os demais envolvidos na história). Parece que este governador tinha muito amor ao cargo confundido as suas contas pessoais, com as do estado e as do partido. Em razão da sua idade tampoco soube explicar como tudo se tinha passado e porque nesta idade fazer contas é muito confuso, mas não é justificação para nada, foi bater com os costados na prisão sem direito a passar pela casa de partida.
Em razão disso os democratas “limparam” tranquilamente as eleições e o senhor Blagoevich foi eleito governador.
Chegamos à campanha para as actuais eleições. O senhor Blagoevich resolve atacar com um “negative ad.” com o título “What she’s thinking”, parece que a senhora Topinka era ministra do tesouro do senhor Ryan, e deveria ter vergonha de fazer parte de um bando de gatunos, convenientemente as imagens do anuncio são a senhora Topinka num comício dirigindo-se ao senhor Ryan nos seguintes termos; “ You are a damn decent guy governor, and I love you dearly.”
A senhora Topinka não se fica e faz o seu “negative ad.” de título “Had enough?” dizendo que o senhor Blagoevich é o político mais corrupto da história, que ao lado dele o senhor Ryan é um aprendiz de ofício, que o FBI está em cima do acontecimento e que aguardem por mais novidades.
A senhora Topinka parece ter algum jeito para a coisa porque dias depois o chefe de campanha do senhor Blegoevich, um tal senhor Retzko (também difícil de situar nos EUA, não é do sul com certeza), é preso pelo FBI por financiamentos ilegais.
O senhor Blagoevich vem a televisão dizer que não tem qualquer envolvimento na matéria e que desconhecia em absoluto as tropelias do senhor Retzko. Para suportar semelhante afirmação vem o senhor Obama (este definitivamente não o coloco nos EUA), Senador do grande estado de Ilinois, dizer que o senhor Blagoevich é de uma seriedade acima de qualquer suspeita (o senhor Obama parece que acabou de editar um livro que é um bestseller nos E.U.A. sendo inclusive falado como o futuro candidato dos democratas à presidência da Federação, logo a ajuda vinha mesmo a calhar).
Mas como o que parece nem sempre é, parece que a investigação do FBI revelou que o senhor Blagoevich tinha um invulgar hábito de contratar jovens trabalhadores e depois receber cheques chorudos dos progenitores desses trabalhadores (devia ser só para agradecer o novo trabalho dos filhos), mais parece que o senhor Obama vivia paredes meias com o Senhor Retzko (vivia, porque o senhor Retzko neste momento descansa nos calabouços do FBI) e que inclusive fizeram vários negócios juntos.
Como devem calcular a Senhora Topinka anda pelos arames e o Senhor Blagoevich anda com os nervos em franja, e as eleições são já amanhã.
terça-feira, outubro 31, 2006
Plano Nacional de Leitura
- Português ou estrangeiro?
Malato, entusiasmado e intrigado, retorquiu:
- Pode ser estrangeiro...
O concorrente, com uma segurança que seria injusto não destacar, responde de novo:
- Nenhum em especial...
segunda-feira, outubro 30, 2006
quarta-feira, outubro 25, 2006
(Sem palavras)
p.s.: a próxima vez que fôr apanhado em excesso de velocidade (será a 5ª vez)... vou experimentar a táctica.
terça-feira, outubro 24, 2006
segunda-feira, outubro 23, 2006
quarta-feira, outubro 18, 2006
terça-feira, outubro 17, 2006
Salvé Regina
Concerto de Regina Specktor, no extremo oposto de Beck, intimista (órgão e guitarra), em fundo preto.A russa, lançada às feras pelos “Strokes”, tem uma legião de fãs nos EUA que eu não julgava possível, quase só e apenas “teenagers”.
A voz de Regina Specktor lembra-me alternadamente a Teresa Salgueiro nos registos altos e da Uta Lemper nos registos baixos.
Um concerto muito bom com uma companhia perfeita.
Devil’s Haircut

Grande concerto de Beck, entra directamente para o top 3 dos meus melhores concertos de sempre (ao lado do inolvidável concerto dos “Faith no More” no Campo Pequeno). Um “set” marcado pelo novo disco, muito de “guero”, algum “odelay”, pouco “sea changes”, nenhum “midnight vultures”. Algumas versões de Beck com os “Flaming lips” e muita, muita música.A produção do espectáculo é muito boa. Um espectáculo de marionetas recreando o Beck e cada um dos músicos, feito “in loco”, imitando na perfeição todos os movimentos dos verdadeiros. Nos projectores em vez de vermos os habituais movimentos da banda, apenas vemos as marionetas e olhamos para o palco e vemos exactamente o mesmo mas dos verdadeiros, até ao ponto que não sabemos quem canta e quem imita. Uma sessão de “jamming”, durante a parte acústica do concerto, com pratos, copos e talheres e o Beck vestido de urso gigante a lançar-se em voo para a bateria.
Um concerto perfeito com uma companhia perfeita.
sexta-feira, outubro 13, 2006
Infâmia
quarta-feira, outubro 11, 2006
Nada bate certo #2
A solidão do Monge
quarta-feira, outubro 04, 2006
terça-feira, outubro 03, 2006
"O apanhador no centeio"
“Catcher in the Rye” de J.D Salinger é de culto, é subversivo.Holden Caulfield, 16 anos, é capaz de ser das personagens mais fascinantes da literatura americana, tanto ou mais que o próprio autor, figura misteriosa que recusa ser entrevistado.
O que é curioso no personagem Holden Caulfield é que não representa nenhum estereótipo, não é revolucionário (o seu sonho é viver com uma mulher muda numa cabana em floresta deserta), não é corajoso (ele considera-se um “yellow”), não é um lutador, não é especialmente brilhante, enfim é um “regular Joe”.
No entanto é um personagem que suscita compaixão, e com quem, de alguma maneira, nos sentimos identificados. A sua maior preocupação é a falsidade, a incapacidade dos demais serem genuinamente verdadeiros, a representação, a actuação. Quer seja na forma de vestir, nas palavras usadas, no raciocínio utilizado, nos trejeitos, na forma de andar… Nunca somos verdadeiramente nós próprios. Como resultado Caulfield está sempre deprimido.
Na busca de alguém genuíno Caulfield consegue incompatibilizar-se com os todos os que o rodeiam, excepto com a sua irmã de 10 anos, Phoebe (Aos 10 anos ser genuíno não custa nada, é espontâneo).
Mas, na verdade, a pessoa menos genuína é o próprio. Caulfield sistematicamente suspira pelo passado, sendo certo que o passado fazia-o tanto ou mais deprimido que o presente. Ora, não existe maior falsidade que depender do passado para poder criticar o presente pois o tempo é bastante selectivo a apagar memórias.
segunda-feira, outubro 02, 2006
sábado, setembro 30, 2006
Season Premieres
E atenção que falo apenas dos canais fora do "cabo", CBS, NBC, ABC e FOX, e excluo os re-runs "Simpsons", "Friends" "Seinfeld" e "Frasier" para mencionar os clássicos.
Daily routine
quinta-feira, setembro 28, 2006
O mundo é a nossa ostra
O planeta Terra e arredores pensava que a Cooperativa tinha já atingido o seu pico, que estava já em pleno período de glória... enfim, a desfrutar a sua Golden Age. Não. Isto ainda agora começou. Em nome dos restante membros do blog queria apenas desejar as boas-vindas à nossa mais recente aquisição. Um grande abraço para o FM e só não lhe desejo boa sorte,porque a sorte é toda nossa.quarta-feira, setembro 27, 2006
Apontamento II
Nada me preparava, no entanto, para o choque que o Mid-West americano me reservava. Aqui o mundo assume formas diferentes, começa em Los Angeles desbrava o continente americano até chegar a Nova York e daí em salto mortal passa directamente para o Médio Oriente ignorando olimpicamente a Europa. Exagero dirão, e com razão. O ponto que queria fazer era a inexistência em termos absolutos de referências a Portugal – em países tão grandes custa ser tão pequeno .
Em qualquer praça, atrium ou outro sítio propício a bandeiras eu bem posso olhar em busca da esfera armilar, pois mais rapidamente encontro a bandeira de St. Kitts do que os 5 reis mouros da batalha de Ourique. De nada me serve falar com um brasileiro dizendo que o nosso país é “lindo e maravilhoso” quando, em contraste, me sento com um amigo chileno no autocarro e o condutor pergunta de onde somos, após a correcta indicação da proveniência, surge a exclamação “Ohhh so you guys are from South America!”, seguido de um cúmplice “habla español”.
Mas como em tudo, há momentos em que os pequenos se agigantam, ou não fosse a nossa parábola preferida o David e Golias. E sem mais, num só dia, em televisão nacional, duas referências a Portugal. A primeira no “Jeopardy” – concurso com mais anos de televisão – quando uma concorrente diz que vai aplicar o dinheiro que ganhar em aulas de português para aprender a cantar… o fado. Seguido de um episódio CSI onde o “cirque de soleil” para imitar uma tempestade de areia utiliza “portuguese cork”.
Podem não ser grande coisa, mas pelo menos “lava os olhos”.
A militância continua
quinta-feira, setembro 21, 2006
Apontamento
Os EUA são uma sociedade competitiva. Facto absolutamente incontornável e axioma sugestivo para início de conversa em qualquer cocktail de empresa. Para a tornar competitiva vivem sobre o auspício (verdadeiro e não meramente retórico) da igualdade de oportunidades. A todos é dado oportunidade de vencer, de conquistar, e os que conseguem muito bem, os que não conseguem muito mal, i.e., os que conseguem por isso são admirados e queridos sem qualquer ponta da inveja, hipocrisia ou desdém – não existe o comportamento clássico europeu (sobretudo latino) de “puxar para baixo” ou nivelar pela mediana. Os que não conseguem, apesar das oportunidades, são entregues aquilo que os americanos têm de pior, a solidariedade.
E porque é assim, porque a sociedade americana assenta nesta base, o individualismo é quem mais ordena. Quem está ao meu lado é meu concorrente. Eu estou por minha conta e por minha conta estou, eu não dependo de ninguém nem de ninguém quero depender. Por mais estranho que aparente a um europeu, a amizade não é um conceito indispensável para sobreviver nos EUA, e muito menos é o conceito de família.
A mim tudo isto não me parece necessariamente mau, antes pelo contrário, a Europa está no estado em que se encontra por absoluto imobilismo, pelo horror à competição – no fundo, no fundo somos todos uns grandes amigalhaços – e por teimar que todo o insucesso tem uma explicação.
Por outro lado não significa que tudo seja necessariamente bom, um americano quando o dia acaba tem de sentir uma solidão angustiante. Mas para isso sempre existe Prozac.
quarta-feira, setembro 20, 2006
Freak Scene

Sunburned Hand of the Man
Ontem na ZDB, com os Loosers e principalmente com os Sunburned Hand of the Man, montou-se uma verdadeira pagodeira. Um clássico caso do tipo "nem saberia por onde começar". Tanta liberdade até assustou.
terça-feira, setembro 19, 2006
segunda-feira, setembro 18, 2006
Há coisas que não têm preço
De qualquer maneira, a estreia do Sol valeu quanto mais não seja pela entrevista a Maria Filomena Mónica. Pelas melhores e piores razões, só aquilo valeu os 2€ de despesa. Aliás, se o novo semanário mantivesse o calibre da rúbrica de uma forma estável e sustentável no seu futuro, acredito que muitos leitores (incluindo eu) não resistiriam a comprá-lo todos os sábados. Pena é a certeza que assim não acontecerá. O debut pôs a página 2 numa fasquia muito alta.
Quando a Bertrand é a Meia-Laranja
sexta-feira, setembro 15, 2006
Chicago sport scene
Apesar do Jordan, do futebol americano, do soccer do que seja, em Chicago a instituição desportiva são os Cubs, jogam o pior baseball do planeta (i.e dos USA) e não ganham um campeonato desde 1905. Seus grandes rivais... White Sox de South side Chicago. Curiosidade... nunca jogam uma contra a outra porque disputam ligas diferentes (uma a American League outra a National league).


































