Este ano a P&G decidiu que o anuncio da Pringles a passar na noite de Natal seria diferente. Lançou um concurso e o melhor jingle criado por um ilustre desconhecido vai para o ar no dia 25. Em vez de ser uma agência de publicidade a criar foi um consumidor, e em vez de custar centenas de milhar de dólares a produzir custou 600. Não é extraordinário mas como é diferente arrisca-se a pegar.
Bom Natal
As cooperativas são pessoas colectivas autónomas, de livre constituição, de capital e composição variáveis, que, através da cooperação e entreajuda dos seus membros, com obediência aos princípios cooperativos, visam, sem fins lucrativos, a satisfação das necessidades e aspirações económicas, sociais ou culturais daqueles. [acooperativa@hotmail.com]
sexta-feira, dezembro 21, 2007
quinta-feira, dezembro 20, 2007
Johnny Cash e Nike - A little less hurt
Se o filme da Freixenet representava uma ligação improvável, este filme da Nike é uma ligação perfeita.
terça-feira, dezembro 18, 2007
Excessos
Alto e para o barco. Quando a ansia de fazer um post ultrapassa o bom senso as coisas saem turvas. Isto não tem qualquer razão de ser.
Protesto feito. Deixem o António em paz.
Protesto feito. Deixem o António em paz.
sexta-feira, dezembro 14, 2007
quinta-feira, dezembro 13, 2007
Democracia
Regime no qual o seu líder máximo, se for caso disso, falta a uma cerimónia de assinatura de um tratado europeu "histórico", para ir ao seu próprio parlamento responder às perguntas da oposição.
Há bimbalhada com muito para aprender. Não se pede que descubram a pólvora. Apenas que aprendam.
Há bimbalhada com muito para aprender. Não se pede que descubram a pólvora. Apenas que aprendam.
domingo, dezembro 09, 2007
quarta-feira, dezembro 05, 2007
É que Narciso acha feio o que não é espelho
É o defeito d' A Cooperativa que mais me conforta : aqui, nada nem ninguém se leva demasiado a sério. Um alívio radioso.
terça-feira, dezembro 04, 2007
Scorsese e... Freixenet?
Esta improvável ligação vale mais que 1000 spots de 30" no intervalo de um jogo de futebol.
segunda-feira, dezembro 03, 2007
Timinho
A semana não podia começar de uma maneira mais triste. Sou fiel (Salve o Corinthians, Eternamente, Dentro dos nossos corações) e por isso custa. Foi o dia mais negro na história da democracia.
quinta-feira, novembro 29, 2007
Não se brinca com coisas sérias.
Queremos aproximarmo-nos da Europa mas parece que à medida que avançamos, deixamos o humor para trás. Não sei qual é a razão ao certo, pode-se usar as já clássicas teorias dos anos de opressão ou do saudosismo tão típico dos Portugueses mas parece-me que já estão a ficar um bocado fora de moda e de qualquer forma não sou sociólogo nem estilista.
Deve haver outra explicação para em Portugal no ano de 2007 não podermos utilizar o humor para retratar algumas situações, porque ao que parece serão demasiado sérias para se poder brincar com elas.
Ora é exactamente por serem sérias que podemos e devemos brincar, se uma situação for divertida não precisamos de fazer humor basta contar tal como é.
Esta lógica absurda de não brincar com coisas sérias tem tanto sentido como só se fazer caricaturas de alguém que tenha o nariz grande ou uma boca pequena.
O mais ridículo é que as poucas criticas em voz alta só colam, não por causa de argumentos válidos ou falta de graça, mas porque existe de facto uma terra fértil na nossa sociedade para aceitar e apoiar este género de censura. Sendo que normalmente a unica coisa que não tem graça é esta censura velada.
Em 1979 quando foi lançado o filme Life of Brian existiram criticas, artigos e manifestações. Se calhar a maior parte da sociedade era contra o filme, mas não foi isso que o impediu de existir, ter sucesso e ser hoje um ícone do humor mundial. A grande diferença é que as pessoas eram contra ou a favores mas diziam-no, existia um debate aberto e as pessoas defendiam as suas opiniões.
Não faziam como cá em Portugal que contam uma anedota em surdina mas depois criticam quem faz humor abertamente. Somos cínicos com o humor.
Esta relação com o humor pode estar relacionada com o facto de não acreditarmos bem na liberdade de expressão. Em ultima analise a liberdade de expressão é a possibilidade do que dizemos ou escrevemos, ofender profundamente algumas pessoas. Em Portugal legalmente existe, mas a diferença é que confrontadas com uma situação limite as sociedades desenvolvidas dizem: aguente-se, a nossa diz: está mal, é errado, não há direito.
Eu acho que não só há direito como há o dever. Não há nada melhor que uma boa piada sobre alguém com deficiências ou sobre religião.
Este vídeo é um bom exemplo da postura aguente-se.
É verdade, o filme Life of Brian tem 29 anos e ainda hoje pode servir para comparar. Se calhar já vai sendo tempo de em Portugal começarmos a brincar com coisas sérias.
Deve haver outra explicação para em Portugal no ano de 2007 não podermos utilizar o humor para retratar algumas situações, porque ao que parece serão demasiado sérias para se poder brincar com elas.
Ora é exactamente por serem sérias que podemos e devemos brincar, se uma situação for divertida não precisamos de fazer humor basta contar tal como é.
Esta lógica absurda de não brincar com coisas sérias tem tanto sentido como só se fazer caricaturas de alguém que tenha o nariz grande ou uma boca pequena.
O mais ridículo é que as poucas criticas em voz alta só colam, não por causa de argumentos válidos ou falta de graça, mas porque existe de facto uma terra fértil na nossa sociedade para aceitar e apoiar este género de censura. Sendo que normalmente a unica coisa que não tem graça é esta censura velada.
Em 1979 quando foi lançado o filme Life of Brian existiram criticas, artigos e manifestações. Se calhar a maior parte da sociedade era contra o filme, mas não foi isso que o impediu de existir, ter sucesso e ser hoje um ícone do humor mundial. A grande diferença é que as pessoas eram contra ou a favores mas diziam-no, existia um debate aberto e as pessoas defendiam as suas opiniões.
Não faziam como cá em Portugal que contam uma anedota em surdina mas depois criticam quem faz humor abertamente. Somos cínicos com o humor.
Esta relação com o humor pode estar relacionada com o facto de não acreditarmos bem na liberdade de expressão. Em ultima analise a liberdade de expressão é a possibilidade do que dizemos ou escrevemos, ofender profundamente algumas pessoas. Em Portugal legalmente existe, mas a diferença é que confrontadas com uma situação limite as sociedades desenvolvidas dizem: aguente-se, a nossa diz: está mal, é errado, não há direito.
Eu acho que não só há direito como há o dever. Não há nada melhor que uma boa piada sobre alguém com deficiências ou sobre religião.
Este vídeo é um bom exemplo da postura aguente-se.
É verdade, o filme Life of Brian tem 29 anos e ainda hoje pode servir para comparar. Se calhar já vai sendo tempo de em Portugal começarmos a brincar com coisas sérias.
quarta-feira, novembro 28, 2007
segunda-feira, novembro 26, 2007
Nada como um bom derby
Independentemente das considerações e motivações de cada um, a rivalidade entre Miguel Sousa Tavares e Vasco Plulido Valente (que ameaça tornar-se num clássico moderno), está a fazer maravilhas pela literatura portuguesa. País que se preze culturalmente tem que ter este tipo de luta de galos.
Eu tenho o meu partido, mas isso não interessa. Derby é derby e, com a sua total falta de vocação, talento e habilidade, a Isabel Pires de Lima até ficaria bem agradecer. Um pouco de chuva, mesmo que "materialmente" irrelevante, pode ter óptimos resultados no deserto .
Eu tenho o meu partido, mas isso não interessa. Derby é derby e, com a sua total falta de vocação, talento e habilidade, a Isabel Pires de Lima até ficaria bem agradecer. Um pouco de chuva, mesmo que "materialmente" irrelevante, pode ter óptimos resultados no deserto .
Ask Forgiveness
Bonnie "Prince" Billy a fazer versões de Danzig ou R. Kelly num EP de covers? O absurdo, sim, é possível.
domingo, novembro 25, 2007
quarta-feira, novembro 21, 2007
terça-feira, novembro 20, 2007
Favores
Este que vos escreve consideraria como um favor pessoal e ficaria genuinamente grato a quem se dirigir a esta petição e assinar. O objectivo é tentar salvar o extraordinário Teatro Rosa Damasceno (pelo menos o que dele ainda resta). O local é sobejamente importante, um dos grandes símbolos culturais da Scallabis e, como se o dito atrás não bastasse, foi onde "aprendi" a ir ao cinema, especialmente através das gloriosas matinés de Domingo.Agradecido.
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