terça-feira, maio 13, 2008

Sebastião Rodrigues Maia


Tim Maia do Brasil, o rei do triatlo que dizia que não fumava, não bebia e não cheirava. Chumbo do grosso. "Mais grave! Mais agudo! Mais eco! Mais retorno! Mais tudo!". O maverick da Tijuca. O furacão dos furacões com swing para dar e vender... Nelson Motta conduz com a intimidade do costume.

terça-feira, abril 15, 2008

Ao menos não foi um golo por cada ano

Nem sei porque é que escrevo este post. A Briosa já deu um presente suficientemente grande (e como) a quem de direito. Cumprimentos cavalheiro.

Augusta


Diogo, parece que o Immelman lá vestiu o paletó. Tremia como varas verdes nos últimos buracos, acabou com 3 abaixo do Tiger.

segunda-feira, abril 14, 2008

Modernidade


"My Life in the Bush of Ghosts" de Brian Eno & David Byrne

Altruísmos


Para os mais rigorosos o filme até pode passar como um gigante exercício de pretenciosismo mas, com não muita boa vontade, qualquer um reconhece que a maior qualidade do filme acaba por ser o seu carácter altruísta. Ao fugir à figura abstracta de um qualquer Bob Dylan, o filme de Todd Haynes escapa aos caminhos típicos dos enjoativos biopics costumeiros cheios de personagens principais completamente cheias de nada (e plenas de mimetismos dispensáveis), para entrar na categoria de filme experimental em que inteligentemente o legado do visado se sobrepõe à figura do autor.

É sempre de assinalar quando isso acontece, muito mais quando serve para fugir à figura absolutamente esmagadora de Robert Allen Zimmerman. Justo será dizer que quem não conheça minimamente a monumental obra do rapaz pode ficar a ver uns quantos navios. Mas isso são pormenores a que o realizador não pode, nem tem de tomar em conta. A incompetência é do público. O que realmente interessa são os discos. Repito: os discos.

segunda-feira, março 31, 2008

I'm on a mission, that niggaz say is impossible, but when I swing my swords they' re all choppable


"Liquid Swords" de Genius/GZA

O maior enclave do mundo

Para facilmente compreender tudo aquilo que se passa actualmente naquele que é, muito provavelmente, o maior enclave do mundo, o Neve de Orhan Pamuk (editorial Presença), para além de se revelar um extraordinário exercício com laivos autobiográficos - de alguém que durante toda uma vida foi atormentado pelos mesmos fantasmas, começando pelo de Attaturk -, é absolutamente obrigatório.

Perceber o alcance dos eternos dilemas que se verificam naquela região desde há séculos - O Meu Nome é Vermelho (editorial Presença), também da autoria do Nobel da Literatura 2006, já reflectia sobre a problemática do Oriente vs. Ocidente - e ter um genuíno contacto com toda a esquizofrenia emocional colectiva turca é algo inevitável num livro que devia ser de leitura obrigatória nas instâncias comunitárias. Para o bem ou para o mal.

Ou se calhar não

Bem sei que este blogue tem tido tanta manutenção como os equipamentos da Carris mas, por incrível que pareça, A Cooperativa não é a prioridade - mas sim, um labour of love - das miseráveis vidas de quem por aqui escreve. Mesmo assim, agradecemos a todos os que estranhamente expressaram manifestações de júbilo e celebração pelo nosso aniversário.

Quanto a resoluções a cumprir no terceiro ano de cooperações, da minha parte, há só uma: deixar de fazer o anónimo e sofridor leitor de perder o seu tempo por aqui. Já é tempo de levar isto a sério. Ou se calhar não.

segunda-feira, março 24, 2008

3 anos (e 1 um dia)


Esta choldra, a que chamam um blogue, já leva 3 anos a espalhar o terror. Mesmo com um dia de atraso não posso deixar de dar um abraço à gentalha do costume. Em relação aos vistantes (esses visionários), bem podem continuar a chorar... o horror vai continuar.

terça-feira, março 18, 2008

domingo, março 16, 2008

Don Juan


Ohhh baby,

I dedicate this to all the pretty girls,

All the pretty girls

Its on!

All the pretty girls in the world,

And the ugly girls too,

Cause to me your pretty anyways baby

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