As cooperativas são pessoas colectivas autónomas, de livre constituição, de capital e composição variáveis, que, através da cooperação e entreajuda dos seus membros, com obediência aos princípios cooperativos, visam, sem fins lucrativos, a satisfação das necessidades e aspirações económicas, sociais ou culturais daqueles. [acooperativa@hotmail.com]
domingo, setembro 28, 2008
sexta-feira, setembro 26, 2008
quarta-feira, setembro 17, 2008
segunda-feira, setembro 15, 2008
terça-feira, setembro 09, 2008
segunda-feira, setembro 08, 2008
domingo, setembro 07, 2008
O poder (não) está nas tuas mãos
Enquanto milhares de elementos da sociedade moderna (esse monstro com vida própria) tentam desesperadamente salvar a alma através de ONG's e todo um género de associações que almejam o fim da fome em África ou a salvação de uma colónia de pinguins ou de marmotas ou de sei lá mais o quê, este que vos escreve descobriu o caminho para a paz interior - um conceito que ainda estou por compreender, mas que dá jeito para algumas situações que eu próprio ainda estou para saber quais são.
Tentem ver duas, três horas de televisão numa "caixa" de 1982/83/84 e depois diga-me se há melhor maneira de criar carácter? Mais fácil, higiénica, violenta e assertiva? Tentem regressar à escuridão do acto de ver televisão sem comando e digam-me se ainda têm vontade de voar para um país sem água putável para salvar uma qualquer raça de ursos tão "bonzinhos" como um Himmler ou um Calígula?
A obrigação de uma pessoa ter que se levantar para mudar de canal... isso sim cria carácter. Esse sim, é o acto. O resto - as Eritreias, os linces ibéricos e mais o cacete! - é show-off.
Tentem ver duas, três horas de televisão numa "caixa" de 1982/83/84 e depois diga-me se há melhor maneira de criar carácter? Mais fácil, higiénica, violenta e assertiva? Tentem regressar à escuridão do acto de ver televisão sem comando e digam-me se ainda têm vontade de voar para um país sem água putável para salvar uma qualquer raça de ursos tão "bonzinhos" como um Himmler ou um Calígula?
A obrigação de uma pessoa ter que se levantar para mudar de canal... isso sim cria carácter. Esse sim, é o acto. O resto - as Eritreias, os linces ibéricos e mais o cacete! - é show-off.
quarta-feira, setembro 03, 2008
quarta-feira, agosto 27, 2008
Pensar globalmente, agir localmente
Muito tempo depois, venho postar um video do tamanho da minha ausência. Enorme. A globalização tem destas coisas, e criou entre outros, um remake indiano do Harry Potter. Chama-se Hari Puttar. A Warner bros. é que não achou graça e já processou a produtora indiana.
Felizmente para Marina Mota os sucessos do Parque ainda não chegam aos ouvidos dos gigantes de Hollywood. Porque se chegassem, dificilmente poderíamos ter visto a tão nobre revista "Arre Poter que é de mais!"(peço desculpa se não estiver bem escrito).
quinta-feira, agosto 21, 2008
Civismo
"(...) But I had the sense to fall in love with this beautiful pair of brown eyes. Isn' t she great?"
"She certainly is." It had to be said. And it was actually not too difficult. Moses had not lived forty-odd years without learning to get through these moments. Among narrow puritans, this is lying; but with civilized people only civility.
"She certainly is." It had to be said. And it was actually not too difficult. Moses had not lived forty-odd years without learning to get through these moments. Among narrow puritans, this is lying; but with civilized people only civility.
in "Herzog" de Saul Bellow
domingo, agosto 17, 2008
quarta-feira, agosto 13, 2008
terça-feira, agosto 12, 2008
Frio... muito frio
Isto da famigerada silly season é uma concepção muito relativa. Eventualmente acaba por ser como o Natal. Ou seja, é quando se quer.Para mim, aliás, a presente season está a ser mais séria do nunca. Feroz, quezilenta, beligerante, solitária, frontal e voraz. Cada parágrafo, cada murro no estômago.
Silly? Muito frio, frio, muito frio...
domingo, julho 27, 2008
domingo, julho 20, 2008
Uma experiência religiosa

Leonard Cohen é o supra sumo do “cool”, mas do “cool” intemporal, do “cool” sereno e genuíno. Durante quase 3 horas de concerto revisitou todos os lugares do passado, do sexo, do sofrimento, do desespero e da súplica. No “I’m your man” demonstrou que inegavelmente “he is the man”. Nunca tanto sentido me fez gritar de plenos pulmões “Hallelujah”, como naquela noite.
Leonard Cohen confirmou tudo o que se esperava dele, um verdadeiro “homem gentil” de chapéu posto, um bardo de voz profunda, um barítono poeta. Há dias assim, e ontem foi um deles, onde a predisposição comum levou a uma comunhão perfeita, homilia atrás de homilia, sermão seguido de sermão, a redenção estava por chegar.
“Good night my darlings, I hope you are satisfied, we are kind of narrow but there is a man here that stands in open arms, still working, to make you smile.” Com estas palavras se despediu, ensaiado ou não, fazia todo o sentido.
Leonard Cohen devia vir todas as semanas, devia ser o meu Pastor.
Foi o que se passou lá para os lados de Algés. Deve ser isto que um verdadeiro religioso praticante sente quando vai à missa, fui lavar a alma e voltei absolvido de todos os pecados.
Leonard Cohen confirmou tudo o que se esperava dele, um verdadeiro “homem gentil” de chapéu posto, um bardo de voz profunda, um barítono poeta. Há dias assim, e ontem foi um deles, onde a predisposição comum levou a uma comunhão perfeita, homilia atrás de homilia, sermão seguido de sermão, a redenção estava por chegar.
“Good night my darlings, I hope you are satisfied, we are kind of narrow but there is a man here that stands in open arms, still working, to make you smile.” Com estas palavras se despediu, ensaiado ou não, fazia todo o sentido.
Leonard Cohen devia vir todas as semanas, devia ser o meu Pastor.
Foi o que se passou lá para os lados de Algés. Deve ser isto que um verdadeiro religioso praticante sente quando vai à missa, fui lavar a alma e voltei absolvido de todos os pecados.
quinta-feira, julho 10, 2008
segunda-feira, julho 07, 2008
A slice of God's Pai
É daqueles locais onde a paz é profissão de fé e onde a internet devia ser proibida. Apesar disso o filisteu que há em mim não se acanhou. Nunca resisti a uma boa dose de soberba.
domingo, junho 29, 2008
quarta-feira, junho 18, 2008
Provação
Muita gente me pergunta porque é que nunca se escreve sobre futebol neste blogue. O desafio é mesmo esse: por aqui pretende-se provar que temos vida para além da redondinha. Mesmo que não seja muita.
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