domingo, fevereiro 08, 2009

Tem desenhos e tudo

Façam um favor a vocês próprios e não percam numa sala de cinema o Valsa com Bashir (em Lisboa ainda está no King). Tem desenhos e tudo.

Gizmo caca!!

Enquanto muitos se vão entretendo com as passagens por terras nacionais de bandas britânicas que não merecem um pingo de comiseração alheia - lembro-me de repente dos lamentáveis Kaiser Chiefes e dos Oasis, muito provavelmente a melhor banda de karaoke do mundo -, a injustiça continua a grassar por esses meios culturais fora com a criminosa obliteração (vai buscar!) da passagem dos Mogwai pela Aula Magna.

Tudo como manda o figurino. Esquadrão de guitarras a criar uma barreira de som em cinemasope (imaginem o wall of sound do Spector em música para homenzinhos). Baixo alvo de uma discriminação sem precedentes. Microfone, esse, só para proceder a agradecimentos entre as músicas.

Como bom bando de highlanders aplicam um cachecol do Celtic na bateria e como bom bando de cavalheiros (mesmo escoceses... são britânicos), homenagearam devidamente Lux Interior, falecido nesse dia.

No fim, a minha enorme satisfação foi coroada com a confirmação de não ter apanhado ninguém do público com tampões de natação. Rock é rock.

quinta-feira, fevereiro 05, 2009

O Rock 'n Roll está menos Rock 'n Roll

Nunca fui um devoto dos The Cramps - aquele estilo rockabilly ultra-flamboyant sempre me criou alguma espécie -, mas ao vê-los ao vivo em Paredes de Coura deu para perceber porque é que até no CBGB eram um bando de aves raras.

Carnaval daqueles já não se fazem. Ainda mais agora. Lux Interior morreu. O Rock 'n Roll está menos Rock 'n Roll.

quarta-feira, janeiro 28, 2009

terça-feira, janeiro 20, 2009

Jurisprudência matrimonial

Foram (quase) três horas para lá de nefastas. O melhor que tenho a dizer sobre o novo The Curious Case of Benjamin Button é que na próxima incursão cinematográfica o direito de escolha é meu. Só meu.

terça-feira, janeiro 06, 2009

2009: um ano, uma montanha

Os objectivos são claros. Em ano de crise, shoot for the stars.

Aponto para um uso coerente e sustentado da palavra chaval e pretendo deslocar-me a Nova Iorque quantas vezes forem necessárias - o novo-riquismo assume várias formas, umas com mais estilo que outras.

Esforçar-me-ei para proceder a uma profunda exegese da obra completa dos The Melvins. Não darei tréguas à mais penosa manifestação do meu laxismo e, como tal, tentarei sempre, mas sempre, barbear-me em tempo útil (e não devido a critérios exclusivamente urticários). Por fim, continuarei a perseguir o sonho de ver os Nirvana ao vivo.

Daqui a 12 meses, verificar-se-á em que estado é que a minha vida se encontra.

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