As cooperativas são pessoas colectivas autónomas, de livre constituição, de capital e composição variáveis, que, através da cooperação e entreajuda dos seus membros, com obediência aos princípios cooperativos, visam, sem fins lucrativos, a satisfação das necessidades e aspirações económicas, sociais ou culturais daqueles. [acooperativa@hotmail.com]
domingo, novembro 09, 2008
terça-feira, novembro 04, 2008
Tha Black House
Para perceberem a minha posição pouco, ou nada, entusiasta e de uma coerência miserável, se agora estivéssemos perante um cenário Clinton vs. McCain, eu estarei do lado do John Sidney. Ainda assim, por muitas dúvidas que tenha (e, acreditem, não são poucas), não tenho idade para recusar uma proposta tão optimista como a do brother. Apoiar o panamiano nestas eleições tresanda a derrotismo e isso acabaria por ser uma grande merda.O que, para mim, é uma dado adquirido é que a Casa Branca (irónico, não é?) está a precisar de arejar. O mundo agradece até porque isto da sociedade global tem destas coisas. Um pouco mais de jive na Sala Oval e um court de basket nas suas traseiras só poderão ter resultados positivos. A esperança pode ser uma perda de tempo, mas ajuda a enfrentar esta vida.
segunda-feira, novembro 03, 2008
E passado 1 minuto e meio, já o trata por Nicolas
quinta-feira, outubro 30, 2008
terça-feira, outubro 28, 2008
Enquanto a caravana passa...
É sempre de recordar as massas anónimas que por aqui passam: neste blogue não se dorme... descansa-se. Eu, pessoalmente, ando especialmente entretido com a extraordinária vida interna do CDS/PP e com a evolução (no sentido certo, sublinhe-se) da carreira da Ana Malhoa, a filha do Zé.
Entretanto, a vida continua...
Entretanto, a vida continua...
terça-feira, outubro 14, 2008
Sobremesa
O hábito, ou não, de comer sobremesa é um factor determinante na aferição do grau de civilização de uma pessoa.*
* Para o R. e para a S.
sexta-feira, outubro 10, 2008
quinta-feira, outubro 09, 2008
O renascer da fénix
Apesar de monárquico, anti-Scolariano e de propagandear bandas que manifestamente não merecem a sua dedicação lisonjeira, folgo em saber que o Major só morreu, para depois reencarnar na pessoa do distinto cavalheiro. Adeus.... e bem-vindo.
segunda-feira, outubro 06, 2008
domingo, outubro 05, 2008
(...) So it goes (...)
domingo, setembro 28, 2008
sexta-feira, setembro 26, 2008
quarta-feira, setembro 17, 2008
segunda-feira, setembro 15, 2008
terça-feira, setembro 09, 2008
segunda-feira, setembro 08, 2008
domingo, setembro 07, 2008
O poder (não) está nas tuas mãos
Enquanto milhares de elementos da sociedade moderna (esse monstro com vida própria) tentam desesperadamente salvar a alma através de ONG's e todo um género de associações que almejam o fim da fome em África ou a salvação de uma colónia de pinguins ou de marmotas ou de sei lá mais o quê, este que vos escreve descobriu o caminho para a paz interior - um conceito que ainda estou por compreender, mas que dá jeito para algumas situações que eu próprio ainda estou para saber quais são.
Tentem ver duas, três horas de televisão numa "caixa" de 1982/83/84 e depois diga-me se há melhor maneira de criar carácter? Mais fácil, higiénica, violenta e assertiva? Tentem regressar à escuridão do acto de ver televisão sem comando e digam-me se ainda têm vontade de voar para um país sem água putável para salvar uma qualquer raça de ursos tão "bonzinhos" como um Himmler ou um Calígula?
A obrigação de uma pessoa ter que se levantar para mudar de canal... isso sim cria carácter. Esse sim, é o acto. O resto - as Eritreias, os linces ibéricos e mais o cacete! - é show-off.
Tentem ver duas, três horas de televisão numa "caixa" de 1982/83/84 e depois diga-me se há melhor maneira de criar carácter? Mais fácil, higiénica, violenta e assertiva? Tentem regressar à escuridão do acto de ver televisão sem comando e digam-me se ainda têm vontade de voar para um país sem água putável para salvar uma qualquer raça de ursos tão "bonzinhos" como um Himmler ou um Calígula?
A obrigação de uma pessoa ter que se levantar para mudar de canal... isso sim cria carácter. Esse sim, é o acto. O resto - as Eritreias, os linces ibéricos e mais o cacete! - é show-off.
quarta-feira, setembro 03, 2008
quarta-feira, agosto 27, 2008
Pensar globalmente, agir localmente
Muito tempo depois, venho postar um video do tamanho da minha ausência. Enorme. A globalização tem destas coisas, e criou entre outros, um remake indiano do Harry Potter. Chama-se Hari Puttar. A Warner bros. é que não achou graça e já processou a produtora indiana.
Felizmente para Marina Mota os sucessos do Parque ainda não chegam aos ouvidos dos gigantes de Hollywood. Porque se chegassem, dificilmente poderíamos ter visto a tão nobre revista "Arre Poter que é de mais!"(peço desculpa se não estiver bem escrito).
quinta-feira, agosto 21, 2008
Civismo
"(...) But I had the sense to fall in love with this beautiful pair of brown eyes. Isn' t she great?"
"She certainly is." It had to be said. And it was actually not too difficult. Moses had not lived forty-odd years without learning to get through these moments. Among narrow puritans, this is lying; but with civilized people only civility.
"She certainly is." It had to be said. And it was actually not too difficult. Moses had not lived forty-odd years without learning to get through these moments. Among narrow puritans, this is lying; but with civilized people only civility.
in "Herzog" de Saul Bellow
domingo, agosto 17, 2008
quarta-feira, agosto 13, 2008
terça-feira, agosto 12, 2008
Frio... muito frio
Isto da famigerada silly season é uma concepção muito relativa. Eventualmente acaba por ser como o Natal. Ou seja, é quando se quer.Para mim, aliás, a presente season está a ser mais séria do nunca. Feroz, quezilenta, beligerante, solitária, frontal e voraz. Cada parágrafo, cada murro no estômago.
Silly? Muito frio, frio, muito frio...
domingo, julho 27, 2008
domingo, julho 20, 2008
Uma experiência religiosa

Leonard Cohen é o supra sumo do “cool”, mas do “cool” intemporal, do “cool” sereno e genuíno. Durante quase 3 horas de concerto revisitou todos os lugares do passado, do sexo, do sofrimento, do desespero e da súplica. No “I’m your man” demonstrou que inegavelmente “he is the man”. Nunca tanto sentido me fez gritar de plenos pulmões “Hallelujah”, como naquela noite.
Leonard Cohen confirmou tudo o que se esperava dele, um verdadeiro “homem gentil” de chapéu posto, um bardo de voz profunda, um barítono poeta. Há dias assim, e ontem foi um deles, onde a predisposição comum levou a uma comunhão perfeita, homilia atrás de homilia, sermão seguido de sermão, a redenção estava por chegar.
“Good night my darlings, I hope you are satisfied, we are kind of narrow but there is a man here that stands in open arms, still working, to make you smile.” Com estas palavras se despediu, ensaiado ou não, fazia todo o sentido.
Leonard Cohen devia vir todas as semanas, devia ser o meu Pastor.
Foi o que se passou lá para os lados de Algés. Deve ser isto que um verdadeiro religioso praticante sente quando vai à missa, fui lavar a alma e voltei absolvido de todos os pecados.
Leonard Cohen confirmou tudo o que se esperava dele, um verdadeiro “homem gentil” de chapéu posto, um bardo de voz profunda, um barítono poeta. Há dias assim, e ontem foi um deles, onde a predisposição comum levou a uma comunhão perfeita, homilia atrás de homilia, sermão seguido de sermão, a redenção estava por chegar.
“Good night my darlings, I hope you are satisfied, we are kind of narrow but there is a man here that stands in open arms, still working, to make you smile.” Com estas palavras se despediu, ensaiado ou não, fazia todo o sentido.
Leonard Cohen devia vir todas as semanas, devia ser o meu Pastor.
Foi o que se passou lá para os lados de Algés. Deve ser isto que um verdadeiro religioso praticante sente quando vai à missa, fui lavar a alma e voltei absolvido de todos os pecados.
quinta-feira, julho 10, 2008
segunda-feira, julho 07, 2008
A slice of God's Pai
É daqueles locais onde a paz é profissão de fé e onde a internet devia ser proibida. Apesar disso o filisteu que há em mim não se acanhou. Nunca resisti a uma boa dose de soberba.
domingo, junho 29, 2008
quarta-feira, junho 18, 2008
Provação
Muita gente me pergunta porque é que nunca se escreve sobre futebol neste blogue. O desafio é mesmo esse: por aqui pretende-se provar que temos vida para além da redondinha. Mesmo que não seja muita.
segunda-feira, junho 16, 2008
quinta-feira, junho 12, 2008
sábado, junho 07, 2008
terça-feira, junho 03, 2008
sábado, maio 31, 2008
Cortar a direito
(Tribune Media Services) -- With its membership in the European Union, many things are changing in Portugal. Day after day the roads here were messing up my itinerary -- I'd arrive in town hours before I thought I would. I remember a time when there were absolutely no freeways in Portugal. Now, the country has plenty. They build them so fast, even my Michelin map is missing new ones.
Aqui
quinta-feira, maio 29, 2008
quarta-feira, maio 28, 2008
Olhar o futuro de frente
O preço dos combustíveis sobe pornograficamente, a crise mundial alimentar está pior que nunca, o Benfica está na merda... yada, yada, yada... Importante, importante é saber que apesar da porrada de discos dos The Fall que já tenho na prateleira ainda há uma pancada deles que me faltam.
Uma pessoa tem que ter os seus objectivos bem definidos para enfrentar o futuro de frente.
Uma pessoa tem que ter os seus objectivos bem definidos para enfrentar o futuro de frente.
sábado, maio 17, 2008
sexta-feira, maio 16, 2008
quarta-feira, maio 14, 2008
terça-feira, maio 13, 2008
segunda-feira, abril 28, 2008
quarta-feira, abril 16, 2008
terça-feira, abril 15, 2008
Ao menos não foi um golo por cada ano
Nem sei porque é que escrevo este post. A Briosa já deu um presente suficientemente grande (e como) a quem de direito. Cumprimentos cavalheiro.
segunda-feira, abril 14, 2008
Altruísmos

Para os mais rigorosos o filme até pode passar como um gigante exercício de pretenciosismo mas, com não muita boa vontade, qualquer um reconhece que a maior qualidade do filme acaba por ser o seu carácter altruísta. Ao fugir à figura abstracta de um qualquer Bob Dylan, o filme de Todd Haynes escapa aos caminhos típicos dos enjoativos biopics costumeiros cheios de personagens principais completamente cheias de nada (e plenas de mimetismos dispensáveis), para entrar na categoria de filme experimental em que inteligentemente o legado do visado se sobrepõe à figura do autor.
É sempre de assinalar quando isso acontece, muito mais quando serve para fugir à figura absolutamente esmagadora de Robert Allen Zimmerman. Justo será dizer que quem não conheça minimamente a monumental obra do rapaz pode ficar a ver uns quantos navios. Mas isso são pormenores a que o realizador não pode, nem tem de tomar em conta. A incompetência é do público. O que realmente interessa são os discos. Repito: os discos.
quarta-feira, abril 09, 2008
segunda-feira, abril 07, 2008
sexta-feira, abril 04, 2008
quinta-feira, abril 03, 2008
segunda-feira, março 31, 2008
O maior enclave do mundo
Para facilmente compreender tudo aquilo que se passa actualmente naquele que é, muito provavelmente, o maior enclave do mundo, o Neve de Orhan Pamuk (editorial Presença), para além de se revelar um extraordinário exercício com laivos autobiográficos - de alguém que durante toda uma vida foi atormentado pelos mesmos fantasmas, começando pelo de Attaturk -, é absolutamente obrigatório.Perceber o alcance dos eternos dilemas que se verificam naquela região desde há séculos - O Meu Nome é Vermelho (editorial Presença), também da autoria do Nobel da Literatura 2006, já reflectia sobre a problemática do Oriente vs. Ocidente - e ter um genuíno contacto com toda a esquizofrenia emocional colectiva turca é algo inevitável num livro que devia ser de leitura obrigatória nas instâncias comunitárias. Para o bem ou para o mal.
Ou se calhar não
Bem sei que este blogue tem tido tanta manutenção como os equipamentos da Carris mas, por incrível que pareça, A Cooperativa não é a prioridade - mas sim, um labour of love - das miseráveis vidas de quem por aqui escreve. Mesmo assim, agradecemos a todos os que estranhamente expressaram manifestações de júbilo e celebração pelo nosso aniversário.
Quanto a resoluções a cumprir no terceiro ano de cooperações, da minha parte, há só uma: deixar de fazer o anónimo e sofridor leitor de perder o seu tempo por aqui. Já é tempo de levar isto a sério. Ou se calhar não.
Quanto a resoluções a cumprir no terceiro ano de cooperações, da minha parte, há só uma: deixar de fazer o anónimo e sofridor leitor de perder o seu tempo por aqui. Já é tempo de levar isto a sério. Ou se calhar não.
segunda-feira, março 24, 2008
3 anos (e 1 um dia)

Esta choldra, a que chamam um blogue, já leva 3 anos a espalhar o terror. Mesmo com um dia de atraso não posso deixar de dar um abraço à gentalha do costume. Em relação aos vistantes (esses visionários), bem podem continuar a chorar... o horror vai continuar.
terça-feira, março 18, 2008
As Time Goes By

O tempo só releva quando se debruça sobre as banalidades da vida. Não é manifestamente o caso. Para quem ainda não conhece o disco, o caminho é só um. Este que vos escreve nunca brinca com coisas sérias.
domingo, março 16, 2008
Don Juan
Ohhh baby,
I dedicate this to all the pretty girls,
All the pretty girls
Its on!
All the pretty girls in the world,
And the ugly girls too,
Cause to me your pretty anyways baby
quarta-feira, março 12, 2008
Preto e Branco
O sexo é um grande negócio, quer seja gratuito quer seja a pagar. Todas as partes, teoricamente, saem sempre a ganhar.
domingo, março 09, 2008
No future
Ontem um horda de milhares de professores encontrou-se em Lisboa para mostrar a sua indignação e repulsa pela executivo socialista que lhes caiu na rifa. Inconformados, fizeram-se à estrada em direcção à indispensável luta, sempre no espírito de Abril=Revolução.
Horas mais tarde, e muito mais bem vestidos, a geração recibos-verdes (essa cambada que não tem um tostão no bolso, mas que esbanja estilo), marcou um concerto-manifestação no pavilhão Atlântico e foi ouvir os The Cure. Tudo numa perspectiva muito despretensiosa e onde o cepticismo é uma forma de defesa. Ali ninguém queria mudar o mundo. Aquela gente, a minha, aceita tudo com o brio de um digno derrotado e sempre tendo em conta que a revolução passou para evolução, evolução essa que se está a revelar um imperial pedaço de bosta apenas capaz de ser salvo pelo espírito militante dos nossos jovens adultos no que toca ao ócio criativo.
Para nós o no future é um ponto assente. Sem lamechices, sem dramas.
Horas mais tarde, e muito mais bem vestidos, a geração recibos-verdes (essa cambada que não tem um tostão no bolso, mas que esbanja estilo), marcou um concerto-manifestação no pavilhão Atlântico e foi ouvir os The Cure. Tudo numa perspectiva muito despretensiosa e onde o cepticismo é uma forma de defesa. Ali ninguém queria mudar o mundo. Aquela gente, a minha, aceita tudo com o brio de um digno derrotado e sempre tendo em conta que a revolução passou para evolução, evolução essa que se está a revelar um imperial pedaço de bosta apenas capaz de ser salvo pelo espírito militante dos nossos jovens adultos no que toca ao ócio criativo.
Para nós o no future é um ponto assente. Sem lamechices, sem dramas.
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