terça-feira, março 11, 2014

Pater familias #127

Uma das grandes obsessões actuais da criatura mais velha é a natação. A cachopa encara cada aula com um entusiasmo tal que indica que pode estar na calha algum fenómeno parecido com a Krisztina Egerszegi. Ainda assim, tendo em conta que a sua alcunha na creche era "O Furacão", cheira-me que o rock 'n' roll, no seu devido tempo, tratará de mudar o curso da história. A ver vamos.

quarta-feira, fevereiro 05, 2014

Pater familias #125

A mirim #1, para além de ser um furacão, têm uma personalidade para lá de forte. Depois de ter abandonado as fraldas como se nada fosse há uns bons meses atrás, agora, sentido a necessidade de afirmar o seu estatuto de "crescida" junto da mirim #2, largou a chupeta de um dia para o outro (e pela própria iniciativa) com uma frieza assustadora.

Pater familias #124

























"Xana Toc Toc na Aldeia Colorida", Xana Toc Toc

Pater familias #123

Isto de ser pai de duas crianças (muito) pequenas implica uma maior atenção à maximização do tempo durante os tempos livres e lúdicos. Exemplo: de há três anos e meio para cá que ando a pedir muitas mais canecas de cerveja do que fazia no passado.

terça-feira, janeiro 28, 2014

Pete Seeger, 1919-2014

O Pete Seeger era um reacionário mascarado de vanguardista revolucionário. Se fosse pelo Pete Seeger não existiria uma música chamada "Like a Rolling Stone". O Pete Seeger era um tótó. O Pete Seeger que descanse em paz.  

sexta-feira, janeiro 24, 2014

Pater familias #121

Desmistificando: ser pai pela segunda vez é tão BOM como ser pai pela primeira vez.

Até o MEC é humano...

Não se pode acertar sempre. Aliás, qualquer um se espalha ao comprido. Até o MEC. E olimpicamente. A crónica de hoje do Miguel Esteves Cardoso no "Público", intitulada "O tédio das lampreias", é um verdadeiro festival de inconsequências sobre algo que deveria ser levado muito a sério.

Entretanto para a semana devo abrir a época com o meu ex-encarregado de educação. Estou tentado a convidar o MEC.  

segunda-feira, janeiro 06, 2014

"Todos gostavam dele"



Ontem logo pela manhã, quando ouvi a mais triste das notícias para um lampião, fiz-me imediatamente a caminho da Catedral para chorar com a minha gente. À volta da estátua, atrás de mim, por entre um silêncio e uma dor comoventemente colectiva, ouço um filho de 8/9 anos a dizer ao pai: " ... mas pai, estão a pôr um cachecol do Olhanense na estátua!". Resposta: "Todos gostavam dele".

O meu Eusébio era assim. Todos gostavam dele.

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