Fui ensinado a nunca desejar a morte a ninguém. E nunca o fiz. Agora lamentar um falecimento não é obrigação para ninguém.
O desaparecimento do facínora nem uma mísera foto merece neste post ou neste blog. Se existe verdadeiramente um inferno, este animal tem lugar cativo por lá. De certeza.
Ilustre,
ResponderEliminarTu não lhe desejas a morte mas andas lá perto.
O Pinochet foi uma figura incontornável, fez o que fez, na altura que fez e nas circunstâncias em que o fez. O que apenas me chateia é este mundo do politicamente correcto em que é suposto dizer tudo o que disseste, mas igualmente é suposto arranjar justificação para todas as animalidades que outros facínoras fizeram. Há poucos anos quando o Pinochet estava em Londres sob prisão preventiva por mandado de captura do Garzón, Espanha recebia de braços abertos um animal igualmente facínora como o Fidel Castro. É esta dualidade de critérios que chateia e faz-nos pensar se tudo é como ouvimos que é. Pinochet mandou matar, perseguiu e oprimiu os comunistas chilenos, é verdade. Mas não esqueçamos tudo o resto, todos os outros animais.
Meu caro,
ResponderEliminarCompletamente de acordo.
Abraço
Diogo
ps: Boa viagem que cá te espero...