Agora que gatinhar começa a ser encarado como uma prática arcaica (sublinho que a petiza faz hoje 11 meses), quem toma conta dela tem que ter a disponiblidade de um Germano, a inteligência de um Humberto Coelho, a garra de um Mozer, a astúcia de um Gamarra e a autoridade de um Luizão. Marcação cerrada é o que se impõe nesta altura do campeonato.
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