A entrevista de Pedro Santana Lopes à revista Única é um dos maiores exercícios de hipócrisia e auto-comiseração que eu alguma vez assisti.
É doloroso e susceptível de provocar sentimentos de vergonha alheia o que ali vem escrito.
Nela aprendemos que o ex-P.M tem tendência a ficar “fulo”, que não gosta de discotecas, mas que afinal até gosta só que de uma maneira diferente (?), que nunca experimentou cocaina, mas que há quem diga que isso é um erro(?), que quando pôs um lenço na cabeça aquilo foi um horror(?) e, para mim a melhor, dá a sua palavra de honra que não bebe, mas duas perguntas abaixo diz que prefere mil vezes sair à frente de toda a gente e beber um copo com os amigos.
Na parte política, imagine-se, vai inaugurar 7 piscinas até Setembro, dormiu mal quando pensou que ia ganhar o congresso onde Durão Barroso o chamou um misto de Gabriel Alves e Zandinga e a Câmara só (!) terá de pagar 2 milhões de euros pelo estudo prévio de Ghery se o Parque Mayer não for para a frente.
Espantoso com Santana Lopes ainda acha que tudo o que lhe aconteceu foi por culpa dos outros, dos tais que o “enforcaram”.
As cooperativas são pessoas colectivas autónomas, de livre constituição, de capital e composição variáveis, que, através da cooperação e entreajuda dos seus membros, com obediência aos princípios cooperativos, visam, sem fins lucrativos, a satisfação das necessidades e aspirações económicas, sociais ou culturais daqueles. [acooperativa@hotmail.com]
domingo, julho 31, 2005
sexta-feira, julho 29, 2005
quinta-feira, julho 28, 2005
Ratos
Deviam inventar um mouse para o computador sem fazer clic, pode tornar-se enervante ao fim de um tempo.
Adeus Cavaco
Embora queira que Cavaco Silva ganhe as eleições, temo que depois de ontem Manuel Monteiro ter dado a sua preferência ao professor, a campanha tenha sofrido um golpe fundo de mais para poder levar de vencido o movimento MASP*.
*Irei referir sempre a campanha de Mário Soares por este nome por achar muito mais divertido
*Irei referir sempre a campanha de Mário Soares por este nome por achar muito mais divertido
quarta-feira, julho 27, 2005
Há siglas e siglas
Com a possibilidade de candidatura de Mário «eu tenho 81 anos» Soares a Belém, volta à baila o célebre MASP. Prespectivando-se a III parte da saga (se fosse um filme, o MASP III seria o Rocky V), venho aqui lembrar que MASP só interessa verdadeiramente um.
O Museu de Arte de São Paulo (MASP), situado em plena Av. Paulista, foi inaugurado a 2 de Outubro de 1947 por Assis Chateaubriand (fundador e proprietário dos Diários e Emissoras Associados) e pelo professor Pietro Maria Bardi (jornalista e crítico de arte em Itália recém chegado ao Brasil). Lina Bo, arquitecta modernista italiana e esposa do professor Bardi, concebeu o actual edifício do museu. O terreno da Av. Paulista foi doado ao município com a condição de que a vista para o centro da cidade (mais conhecido por Centrão), bem como a da serra da Cantareira fosse preservada, através do vale da Av. 9 de Julho. Construído de 1956 a 1968, a nova sede do MASP foi inaugurada a 7 de Novembro de 1968.
A colecção é a fantástica. A visita obrigatória.
Em relação a MASP's, estamos então esclarecidos.
Uncle Bill
O jeito que dá ser ex-presidente dos E.U.A e se possível com um escândalo à mistura.
Durante um fim-de-semana em Tenerife eis a nota de honorários de William Clinton:
Conferência: 300.000 euros - Tema: "África".
Jogo de Golf: 13.000 euros por cada pessoa que quissesse jogar com Mr. Clinton (foram tantas que cada uma só jogou dois buracos).
Almoço: 30.000 euros por cada comensal com direito a fotografia.
No fim, business as usual.
Durante um fim-de-semana em Tenerife eis a nota de honorários de William Clinton:
Conferência: 300.000 euros - Tema: "África".
Jogo de Golf: 13.000 euros por cada pessoa que quissesse jogar com Mr. Clinton (foram tantas que cada uma só jogou dois buracos).
Almoço: 30.000 euros por cada comensal com direito a fotografia.
No fim, business as usual.
terça-feira, julho 26, 2005
Ondas de Sucesso
Estava ontem a pensar na expressão onda de sucesso e reparei que realmente tem lógica.
Uma onda, tal como o sucesso, quando na sua máxima força arrasta tudo no seu caminho mas acaba por se desfazer na areia. Também existem vários tipos de ondas tal como os vários tipos de sucesso, por exemplo:
- O quebra-coco que começa em cima da areia e morre instantaneamente, tal como as one hit wonders.
- As ondas que navegam os oceanos, e que tarde ou nunca vêm morrer na costa. Ondas David Bowie.
Uma onda, tal como o sucesso, quando na sua máxima força arrasta tudo no seu caminho mas acaba por se desfazer na areia. Também existem vários tipos de ondas tal como os vários tipos de sucesso, por exemplo:
- O quebra-coco que começa em cima da areia e morre instantaneamente, tal como as one hit wonders.
- As ondas que navegam os oceanos, e que tarde ou nunca vêm morrer na costa. Ondas David Bowie.
+ ou -
Ontem fui ver o «Guerra dos Mundos» do Spielberg, filme que nem aquece, nem arrefece. Desinspirado será a palavra certa. Mesmo assim, apesar de não acreditar em vacas sagradas, Spielberg é Spielberg (logo o visionamento do filme impôe-se).
Apesar desta falta de entusiasmo, destaco as 2 razões que me fazem aconselhar o filme a alguém:
Apesar desta falta de entusiasmo, destaco as 2 razões que me fazem aconselhar o filme a alguém:
- A fabulosa representação alegórica da péssima relação entre o pai e o filho, com a incendiária rivalidade entre os Boston Red Sox e os NY Yankees;
& - Dakota Fanning, Dakota Fanning, Dakota Fanning, Dakota Fanning, Dakota Fanning, Dakota Fanning, Dakota Fanning, Dakota Fanning...
You scratch my back and I'll scratch yours
Já é oficial. Para supresa de poucos, a Al-Qaeda confirmou o seu apoio total à possível e provável candidatura de Mário Soares à presidência da República Portuguesa.
Feios, porcos & maus
Durante os saudosos tempos que vivi em São Paulo, compreendi que uma das características principais que os brasileiros nos atribuem (além do buço das mulheres) é o facto de sermos uma raça rija. De facto, para os brasileiros, os portugueses são pessoal danado para uma boa sessão de bofetada. Gente que não se corta. Gente fleumática. Tal como me diziam vizinhos e companheiros da cerveja geladinha na padoca da minha rua, os adeptos de futebol mais duros do estado paulista são os da Portuguesa. Podem ser em menor número, os que mais perdem e os que menos têm razões para festejar o que seja, mas são aqueles que nunca viram a cara ao tabefe.
A mim, corintiano adoptado, fez-me confusão. Então e a gigantesca Fiel do meu Timão? Diziam-me que isso é outra galáxia. Mas dureza, dureza, têm os adeptos da Lusa. Contavam-me então que ir ao Canindé tentar fazer farinha com os tugas é garantia certa de andar à chapada. Como se costuma dizer... são poucos, mas rijos.
Tudo isto para dizer que apesar de saber e ter presente esta (suposta) característica da alma lusa, nunca esperei ler uma coisa destas. Este fulano está um patamar acima. É uma mistura entre o Miguel da porta do Lux e a Gestapo. Métodos de segurança absolutamente revolucionários, que ainda há pouco tempo estavam (e muito provavelmente ainda estão) a ser testados em Guantanamo.
Uma coisa é certa: com episódios como este, a reputação lusa por terras de Vera Cruz continua como se quer. Brutos! Brutos como'ás casas!!!
A mim, corintiano adoptado, fez-me confusão. Então e a gigantesca Fiel do meu Timão? Diziam-me que isso é outra galáxia. Mas dureza, dureza, têm os adeptos da Lusa. Contavam-me então que ir ao Canindé tentar fazer farinha com os tugas é garantia certa de andar à chapada. Como se costuma dizer... são poucos, mas rijos.
Tudo isto para dizer que apesar de saber e ter presente esta (suposta) característica da alma lusa, nunca esperei ler uma coisa destas. Este fulano está um patamar acima. É uma mistura entre o Miguel da porta do Lux e a Gestapo. Métodos de segurança absolutamente revolucionários, que ainda há pouco tempo estavam (e muito provavelmente ainda estão) a ser testados em Guantanamo.
Uma coisa é certa: com episódios como este, a reputação lusa por terras de Vera Cruz continua como se quer. Brutos! Brutos como'ás casas!!!
Feist, at last
Os bilhetes foram comprados dia 23 de Janeiro, depois de sucessivos adiamentos eis que a 25 de Julho a Feist apresenta-se no Fórum Lisboa ainda que com meia hora de atraso.
Em boa hora diga-se. A Feist, uma guitarra e um microfone foi o suficiente para uma hora e um quarto de muito boa música. De uma simplicidade desarmante e de uma simpatia contagiante (passou mais tempo a falar que a cantar) cantou todas as músicas do seu álbum.
A seguir à massagem de ego ao artista (aplauso para o encore) um magnífico cover do See Line Women de Nina Simone.
Em resumo, bela noite que só pecou por tardia.
Em boa hora diga-se. A Feist, uma guitarra e um microfone foi o suficiente para uma hora e um quarto de muito boa música. De uma simplicidade desarmante e de uma simpatia contagiante (passou mais tempo a falar que a cantar) cantou todas as músicas do seu álbum.
A seguir à massagem de ego ao artista (aplauso para o encore) um magnífico cover do See Line Women de Nina Simone.
Em resumo, bela noite que só pecou por tardia.
segunda-feira, julho 25, 2005
Inédito
Mário Soares pode vir a tornar-se o 1º Presidente da República já com uma fundação com o seu nome.
Tempo volta para trás
Mário Soares liderou o I e II Governos Constitucionais.
Os seus ilustres sucessores foram:
Alfredo Nobre da Costa 1923-1996
Carlos Mota Pinto 1936-1985
Maria de Lurdes Pintassilgo 1930-2004
Francisco Sá Carneiro 1934-1980
Para encontrar o 1º chefe de governo vivo temos de chegar ao VII Governo com Francisco Balsemão, já para não falar dos Governos Provisórios.
Os seus ilustres sucessores foram:
Alfredo Nobre da Costa 1923-1996
Carlos Mota Pinto 1936-1985
Maria de Lurdes Pintassilgo 1930-2004
Francisco Sá Carneiro 1934-1980
Para encontrar o 1º chefe de governo vivo temos de chegar ao VII Governo com Francisco Balsemão, já para não falar dos Governos Provisórios.
sexta-feira, julho 22, 2005
quinta-feira, julho 21, 2005
Tenham lá santa paciência. Se quiserem saltem este.
“A CADEIRA ELÉCTRICA”
Quando me comunicaram a funesta data apoderou-se de mim a angustia dos sentenciados, desde aí só pensei na dor, no ruído e na luz ofuscante. Se ao menos o acto fosse indolor poderia olhar para o executor com ar desafiante. No entanto, qualquer plano que tivesse feito foi neutralizado pela exibição obscena dos seus instrumentos de tortura, conservei a réstia de dignidade que tinha para que os restantes condenados não se consolassem com a minha cobardia - Também, o que importa o que suceda uma vez que me senta naquela cadeira maldita? Posso chorar, insultar e até borrar-me de medo, esses malditos magarefes são sempre muito escrupulosos com a limpeza – Mas no corredor da morte não me posso permitir ser débil ainda que por dentro só pense na dor, no ruído e na luz ofuscante. Tenho medo, quero fugir e faço promessas vãs de emenda, mas tudo isso é inútil porque dentro de um ano estarei de novo aqui: na cadeira do dentista.
Traduçaõ livre do conto “A cadeira eléctrica” do livro “Ajaur Funerário” de Fernando Iwasaki.
Quando me comunicaram a funesta data apoderou-se de mim a angustia dos sentenciados, desde aí só pensei na dor, no ruído e na luz ofuscante. Se ao menos o acto fosse indolor poderia olhar para o executor com ar desafiante. No entanto, qualquer plano que tivesse feito foi neutralizado pela exibição obscena dos seus instrumentos de tortura, conservei a réstia de dignidade que tinha para que os restantes condenados não se consolassem com a minha cobardia - Também, o que importa o que suceda uma vez que me senta naquela cadeira maldita? Posso chorar, insultar e até borrar-me de medo, esses malditos magarefes são sempre muito escrupulosos com a limpeza – Mas no corredor da morte não me posso permitir ser débil ainda que por dentro só pense na dor, no ruído e na luz ofuscante. Tenho medo, quero fugir e faço promessas vãs de emenda, mas tudo isso é inútil porque dentro de um ano estarei de novo aqui: na cadeira do dentista.
Traduçaõ livre do conto “A cadeira eléctrica” do livro “Ajaur Funerário” de Fernando Iwasaki.
Cunha “O Breve”
Nenhum ministro pode invocar motivos pessoais, familiares e cansaço para se demitir passados 4 meses da tomada de posse, ou foi muito ingénuo ou mente nos motivos.
Partindo da mais plausível, a segunda, é uma cobardia o que fez. Se o governo, o aparelho ou quem quer que seja estava contra ele é seu dever, enquanto ministro, zelar pelos interesses dos cidadãos. Preferiu o mais fácil.
Se Campos e Cunha buscava um voto de confiança de Sócrates e este não o deu, temo pelo futuro deste governo. Quando os motivos políticos, passados 4 meses, se sobrepõem à razão… Valha-nos Deus.
Partindo da mais plausível, a segunda, é uma cobardia o que fez. Se o governo, o aparelho ou quem quer que seja estava contra ele é seu dever, enquanto ministro, zelar pelos interesses dos cidadãos. Preferiu o mais fácil.
Se Campos e Cunha buscava um voto de confiança de Sócrates e este não o deu, temo pelo futuro deste governo. Quando os motivos políticos, passados 4 meses, se sobrepõem à razão… Valha-nos Deus.
Jogo abaixo
Eu bem avisei que iria ser difícil passar o tempo. Parece que o bridge e a canasta não chegaram para entreter toda a gente e, imagine-se, começou tudo a ficar assanhado. Salvo raras e nobres excepções, a direita bloguística está em plena fase de descontrolo emocional.
A depressão ideológica está a um pequeno passo.
quarta-feira, julho 20, 2005
Joder qué calor
Jogar futebol às 8 da noite em Madrid é remotamente equiparável a entrar no forno da padaria da Beira-Tejo às 5 da manhã… ou seja um calor insopurtável. À passagem da vintena de minutos, remetido voluntariamente à defesa, comecei a fazer uma cerradíssima marcação à zona… à zona da sombra que entretanto crescia na zona do canto.
Palavras que nunca te direi
Em espanhol algemas chamam-se esposas, retrete tem o bonito nome de inodoro e a página de jornal com os crimes e sequestros chama-se “pagina de sucesos”.
Mau feitio
Entra no WC do centro comercial e vê 5 urinóis livres. Um deles tem um papel afixado por cima com o aviso de avariado. É exactamente esse urinol o escolhido para a mijinha pretendida.
terça-feira, julho 19, 2005
Meu querido Portugal
Coimbra
Uma cidade cuja canção emblemática tem por letra, tem mais encanto na hora da despedida não pode augurar nada de bom. Se fosse um dentista eu ainda percebia já que toda a gente se quer pôr andar de lá, agora uma cidade.
Uma cidade cuja canção emblemática tem por letra, tem mais encanto na hora da despedida não pode augurar nada de bom. Se fosse um dentista eu ainda percebia já que toda a gente se quer pôr andar de lá, agora uma cidade.
Caras Noticias (apresentadores no banco)
Devia existir um espaço na televisão que se dedicava a contar onde andam os apresentadores/comentadores na prateleira. Onde estava a Serenella depois da casa cheia e antes do SMS? Por onde andou José Figueiras antes do Às duas por três? O que foi feito de Rui Tovar?
Podiam fazer o primeiro programa com o tema “Quem tem visto Júlio Isidro”.
Podiam fazer o primeiro programa com o tema “Quem tem visto Júlio Isidro”.
segunda-feira, julho 18, 2005
Escrita Portuguesa
Depois de tanto tempo, aqui vão POST(a)S p’ra todos!
Número de pessoas: 4
Tempo de preparação: 0H55
Modo de preparação: Lume&Forno
Grau de dificuldade: Médio
Ingredientes:
1 lombo(s) de bacalhau, 1 limão, 5 dl leite, 4 dente(s) de alho, 4 cebola(s), 1 ramo salsa, 4 dl azeite, sal e pimenta q.b., batata(s), 3 amigos.
Modo de Preparação:
1. Lava-se muito bem o bacalhau, tira-se a pele e põe-se de molho em água com o limão cortado às rodelas. Deve mudar-se a água de hora a hora até o bacalhau ficar bem demolhado.
2. Leva-se o leite ao lume com o bacalhau e deixa-se levantar fervura, após o que se passa por água fria.
3. Em seguida põe-se o bacalhau numa assadeira de barro e tempera-se com pimenta e sal se for necessário. Juntam-se os dentes de alho e as cebolas cortados, a salsa e o azeite de forma a cobrir bem o bacalhau.
4. À volta e por cima do bacalhau colocam-se as batatas cortadas às rodelas e regadas como mesmo azeite.
5. Leva-se ao forno e serve-se numa travessa.
6. Props p’ró pessoal.
Lingua Portuguesa
Espanha e Brasil firmaram a semana passada um acordo que obriga o ensino da lingua espanhola, como segunda lingua, em todos os liceus brasileiros.
Não é mais que constatar o óbvio que o Brasil, emparedado por países hispânicos, tem tudo a ganhar com este acordo, tanto a nível cultural como a nível económico.
Não podemos no entanto esquecer o portentado que o Brasil representa na América do Sul e aqui começam as coisas que não entendo.
O Instituto Cervantes e o Instituto Camões foram criados com um ano de diferença, 1991 e 1992 respectivamente, o Instituto Cervantes está centrado em 8(!) cidades brasileiras, o Instituto Camões tem apenas um centro de lingua portuguesa em toda a América do Sul, em Buenos Aires.
O espanhol é falado em 20 países por 400 milhões de pessoas, na sua maioria centrados no mesmo Continente.
O português é falado em 8 países, por mais de 200 milhões de pessoas, espalhado por 4 continentes, dos quais 6 estão virados para o Atlântico.
Apesar das condições extremamente vantajosas que a lingua portuguesa apresenta esta arrasta-se em morte lenta. Quando não seria utopia lutar pela hegemonia da lingua portuguesa na América do Sul verifica-se que Portugal, em mais de 10 anos, não fez qualquer esforço para penetrar no mundo hispânico.
Ora, são estas “pequenas coisas” que distinguem vistas curtas de vistas largas. O Instituto Cervantes está desde a sua fundação a profiar no Brasil com os resultados ilustrados no primeiro parágrafo deste texto.
Depois queixamo-nos.
Não é mais que constatar o óbvio que o Brasil, emparedado por países hispânicos, tem tudo a ganhar com este acordo, tanto a nível cultural como a nível económico.
Não podemos no entanto esquecer o portentado que o Brasil representa na América do Sul e aqui começam as coisas que não entendo.
O Instituto Cervantes e o Instituto Camões foram criados com um ano de diferença, 1991 e 1992 respectivamente, o Instituto Cervantes está centrado em 8(!) cidades brasileiras, o Instituto Camões tem apenas um centro de lingua portuguesa em toda a América do Sul, em Buenos Aires.
O espanhol é falado em 20 países por 400 milhões de pessoas, na sua maioria centrados no mesmo Continente.
O português é falado em 8 países, por mais de 200 milhões de pessoas, espalhado por 4 continentes, dos quais 6 estão virados para o Atlântico.
Apesar das condições extremamente vantajosas que a lingua portuguesa apresenta esta arrasta-se em morte lenta. Quando não seria utopia lutar pela hegemonia da lingua portuguesa na América do Sul verifica-se que Portugal, em mais de 10 anos, não fez qualquer esforço para penetrar no mundo hispânico.
Ora, são estas “pequenas coisas” que distinguem vistas curtas de vistas largas. O Instituto Cervantes está desde a sua fundação a profiar no Brasil com os resultados ilustrados no primeiro parágrafo deste texto.
Depois queixamo-nos.
Do que é feito o cócó
15% A Bola
+
15% Caras
+
10% Tal & Qual
+
10% RollingStone
+
20% Bravo
+
20% 24 Horas
+
10% Blitz
=
New Musical Express
+
15% Caras
+
10% Tal & Qual
+
10% RollingStone
+
20% Bravo
+
20% 24 Horas
+
10% Blitz
=
New Musical Express
sábado, julho 16, 2005
sexta-feira, julho 15, 2005
All Star Hotel
Hotel Puerta América
Foi inauguarado em Madrid o Hotel Puerta América.
34.000m2, 18 andares, 342 quartos.
Cada andar projectado por um arquitecto diferente, entre eles Jean Nouvel e Norman Foster.
A fachada (Nouvel) foi criticada pelos restantes arquitectos, alegaram que limitou a capacidade criativa. Entre outros mimos; "Sempre odiei o arco-íris, parece um hotel de Maiorca em Madrid" (Ni Mariscal).
Não me choca, mas faz-me lembrar o logotipo da Robialac.
Sic Gloria Transit Mundi
"Corporación Dermoestética gana un 25,71% en dos días desde su salida a Bolsa".
Será que a Lili Caneças recebe dividendos?
Será que a Lili Caneças recebe dividendos?
quinta-feira, julho 14, 2005
Atlético de Madrid
Toda a vida fui colchonero. Sempre me identifiquei com o Atlético de Madrid e só a ida de Figo para Espanha fez com que mudasse (vergonhosamente) para o Barcelona e depois para o Real.
Vem ao caso para mostrar a melhor campanha de imagem que algum clube alguma vez fez.
Vem ao caso para mostrar a melhor campanha de imagem que algum clube alguma vez fez.
Consiste num vídeo de um emigrante a escrever as maiores mentiras que se conseguiu lembrar... o resto pode ser visto aqui.
quarta-feira, julho 13, 2005
I-Pod matar
Em Nova Iorque, um miudo de 15 anos foi morto com duas facadas no peito por recusar-se a entregar o seu I-Pod a um grupo de meliantes. Quando o valor da vida é ultrapassado por um objecto que dá música não nos podemos deixar de perguntar até onde isto pode chegar. Os assaltantes, depois de o matarem, ainda lhe levaram os ténis e o telemóvel, tudo símbolos, símbolos pelos quais hoje alguns são capazes de matar.
Vida de Pintor
Nos primeiros três anos que Juan Gris passou em Paris existem dois tipos de trabalhos; os auto-retratos, que davam dinheiro, e os outros, que serviam para cobrir as dívidas, estes últimos têm todos uma dedicatória a agradecer a gentileza da sua aceitação por parte do credor. Retratista é o equivalente a qualquer estágio, refina-se o traço, aprende-se e é-se mal pago.
Guitarras
Está em Madrid a maior exposição alguma vez feita do pintor Juan Gris, considerado o último elemento da Santissíma Trindade do cubismo a par de Braque e Picasso. Não o conhecia, depois de a ver fiquei com a nítida sensação de já ter visto aquilo em algum lado.
Alguém me consegue explicar a atracção doentia que os cubistas tinham por guitarras?
Democracia em estado puro
O Blitz deu 8/10 ao (inenarrável) "Barrio Fino" do (inqualificável) Daddy Yankee.
segunda-feira, julho 11, 2005
O Rrrrrrrrei
Hoje em dia não tenho quaisquer dúvidas em dar o prémio de melhor R do país ao Francisco Louçã. Cada vez que o ouço discursar, debater ou declarar o que seja, dou por mim a fazer figas para que diga o maior número possível de palavras com R. E que R meu Deus!!! Bem soletrrrrado, carrrrrrregado e virrrrril. Um verdadeiro R de homem.
Na última semana, durante o debate parlamentar sobre o orçamento rectificativo apresentado pelo ministro das Finanças, quase que me vinham as lágrimas aos olhos cada vez que o líder bloquista interpelava Campos e Cunha com expressões como «redução da carga tributária». Vejam bem quantos R's!!!!! Um verdadeiro banquete! Quase que dá pena que o Bloco de Esquerda tenha essa denominação. Devia chamar-se Grupo de Esquerda e assim ganhávamos mais um R.
Com o debate sobre o Estado da Nação (que by the way está na merda), realizado na mesma semana, o prazer continuou. Era ouvi-lo a dizer palavras como privatizações, estratégia, orgão regulador, recursos, convergência, política errada (das minhas preferidas), arrogância (uma favorita do próprio), etc, etc, etc. Um autêntico festival. Fétiche dos fétiches seria mesmo ouvir o Francisco declamar a famosa frase «o rato roeu a rolha da garrafa do rei da Rússia». Aí sim!!! Uma verdadeira overdose do R mais fantástico que anda por aí.
Eu próprio ando a tentar melhorar o meu, mas cada vez que ouço o do Francisco fico completamente desmotivado. Tentar chegar ao nível do R do Louçã é a mesma coisa que tentar andar de mota como o Valentino Rossi (imaginem o Francisco a dizer Rrrrrrrrrossi... fabuloso, não é?). E olhem que Il Doctore anda p'ra cacete!!!!! Basicamente, ter um R de referência como o dele é como ter o peso do mundo às costas. Como chegar lá??! No mínimo, é complicado.
Francisco (só não te chamo Xico porque não tem R), a única coisa que te queria dizer é a seguinte: não há R como o teu R. Assim sendo, nunca o percas. Nunca.
Sarrrrrrrrrrrrrrrava!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Na última semana, durante o debate parlamentar sobre o orçamento rectificativo apresentado pelo ministro das Finanças, quase que me vinham as lágrimas aos olhos cada vez que o líder bloquista interpelava Campos e Cunha com expressões como «redução da carga tributária». Vejam bem quantos R's!!!!! Um verdadeiro banquete! Quase que dá pena que o Bloco de Esquerda tenha essa denominação. Devia chamar-se Grupo de Esquerda e assim ganhávamos mais um R.
Com o debate sobre o Estado da Nação (que by the way está na merda), realizado na mesma semana, o prazer continuou. Era ouvi-lo a dizer palavras como privatizações, estratégia, orgão regulador, recursos, convergência, política errada (das minhas preferidas), arrogância (uma favorita do próprio), etc, etc, etc. Um autêntico festival. Fétiche dos fétiches seria mesmo ouvir o Francisco declamar a famosa frase «o rato roeu a rolha da garrafa do rei da Rússia». Aí sim!!! Uma verdadeira overdose do R mais fantástico que anda por aí.
Eu próprio ando a tentar melhorar o meu, mas cada vez que ouço o do Francisco fico completamente desmotivado. Tentar chegar ao nível do R do Louçã é a mesma coisa que tentar andar de mota como o Valentino Rossi (imaginem o Francisco a dizer Rrrrrrrrrossi... fabuloso, não é?). E olhem que Il Doctore anda p'ra cacete!!!!! Basicamente, ter um R de referência como o dele é como ter o peso do mundo às costas. Como chegar lá??! No mínimo, é complicado.
Francisco (só não te chamo Xico porque não tem R), a única coisa que te queria dizer é a seguinte: não há R como o teu R. Assim sendo, nunca o percas. Nunca.
Sarrrrrrrrrrrrrrrava!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Thumbs up!
A sugestão veio de quem sabe do que fala. O proveito ficou comigo e com quem também comprou a Jazz.pt, nova revista nacional de jazz. Aprovadíssima.
p.s.: Roy Haynes no Estoril Jazz 2005? Fantástico jazz num dia de Verão.
sexta-feira, julho 08, 2005
Meu querido Portugal
Porto
Por toda a cidade estão espalhadas indicações para o Castelo do Queijo, cujo nome já é ridículo, mas depois chega-se lá e é-se confrontado com uma construção que mais parece uma vivenda geminada. Por amor de Deus eu já fiz castelos da playmobil maiores que aquele.
Por toda a cidade estão espalhadas indicações para o Castelo do Queijo, cujo nome já é ridículo, mas depois chega-se lá e é-se confrontado com uma construção que mais parece uma vivenda geminada. Por amor de Deus eu já fiz castelos da playmobil maiores que aquele.
Desperate Housewives
Tenho duas razões para gostar muito desta série: Eva Longoria (Gabrielle Solis) e Teri Hatcher (Susan Mayer) mas existem outras coisas que também me aprazem.
A série mostra que ao contrário do que se quer fazer ver hoje em dia, nem tudo é preto e branco e as pessoas não são só boas ou só más, toda a gente tem um pouco de bom e mau e é nessas nuances que são criadas as personagens desta série.
O trabalho do argumento também está muito bem conseguido, já que a partir de uma história aparentemente simples, se criam personagens com uma certa profundidade e construídas com bastante solidez. Vou continuar a ver nem que seja pelas duas primeira razões
A série mostra que ao contrário do que se quer fazer ver hoje em dia, nem tudo é preto e branco e as pessoas não são só boas ou só más, toda a gente tem um pouco de bom e mau e é nessas nuances que são criadas as personagens desta série.
O trabalho do argumento também está muito bem conseguido, já que a partir de uma história aparentemente simples, se criam personagens com uma certa profundidade e construídas com bastante solidez. Vou continuar a ver nem que seja pelas duas primeira razões
quinta-feira, julho 07, 2005
London Calling
Não era a questão se ia acontecer, mas quando ia acontecer.
Não creio nos números até agora apresentados, a Al-Quaeda quando ataca não é para matar 4 inocentes.
É sinistro que os ataques recaiam sobre trabalhadores inocentes, resulta numa vã tentativa de incitar à revolta. Como na nossa vida, quando somos chantageados, a solução é não transigir um milimetro e não aceitar o meio termo.
Não creio nos números até agora apresentados, a Al-Quaeda quando ataca não é para matar 4 inocentes.
É sinistro que os ataques recaiam sobre trabalhadores inocentes, resulta numa vã tentativa de incitar à revolta. Como na nossa vida, quando somos chantageados, a solução é não transigir um milimetro e não aceitar o meio termo.
quarta-feira, julho 06, 2005
Progresso: uma visão alternativa
Ora aqui está um exemplo de boa argumentação, extraordinária análise histórica e excelente exercício comparativo. Nem Torquemada, nem Jerry Falwell fariam melhor.
Verdadeiramente espantoso...
Verdadeiramente espantoso...
El hundimento (a queda)
Zapatero decretou que todas as estátuas alusivas a Franco terão de ser "abatidas".
Passados 30 anos eis uma medida verdadeiramente útil para os espanhóis.
Passados 30 anos eis uma medida verdadeiramente útil para os espanhóis.
3 down, many to go
terça-feira, julho 05, 2005
segunda-feira, julho 04, 2005
domingo, julho 03, 2005
Info inútil, ou talvez não
17 cêntimos de cada maço de tabaco comprado no Canadá ainda vai directamente para pagar a dívida dos Jogos Olímpicos de Montreal de 1976.
Na próxima quarta-feira decide-se o próximo “felizardo”.
Na próxima quarta-feira decide-se o próximo “felizardo”.
12 Angry Men
Na semana passada fui ao jantar do Fórum Português em Madrid. Fui introduzido ao maravilhoso mundo do lobby. O orador convidado era o telegénico Prof. Marcelo Rebelo de Sousa.
Calhou-me uma mesa de 12 homens. Banca, novas tecnologias, académicos, profissões liberais estava lá tudo, um pequeno microcosmos representativo dos portugueses em Espanha.
Feitas as indispensáveis introduções – Olá meu nome é ……., sou …… aqui tem o meu cartão - impôs-se um silêncio glacial, entrecortado apenas por pequenas conversas paralelas de pessoas que se já se conheciam.
Éramos um BOGSAT (Bunch Of Guys Sitting Around a Table) sem nada para dizer uns aos outros. Pensam que foi o deficit que quebrou o gelo? O desvio das águas do Tejo? Ou a constituição europeia? Não. A única coisa que pôs 12 homens a falar tão alto que não se conseguiam ouvir uns aos outros foi GAJAS, ou seja (Girls Available Just Around the Street).
Calhou-me uma mesa de 12 homens. Banca, novas tecnologias, académicos, profissões liberais estava lá tudo, um pequeno microcosmos representativo dos portugueses em Espanha.
Feitas as indispensáveis introduções – Olá meu nome é ……., sou …… aqui tem o meu cartão - impôs-se um silêncio glacial, entrecortado apenas por pequenas conversas paralelas de pessoas que se já se conheciam.
Éramos um BOGSAT (Bunch Of Guys Sitting Around a Table) sem nada para dizer uns aos outros. Pensam que foi o deficit que quebrou o gelo? O desvio das águas do Tejo? Ou a constituição europeia? Não. A única coisa que pôs 12 homens a falar tão alto que não se conseguiam ouvir uns aos outros foi GAJAS, ou seja (Girls Available Just Around the Street).
Cinema Europeu
O cinema europeu está transformado numa gigantesca ONG.
O activismo, a consciência social persegue-nos. O estereótipo da criança molestada, da mãe com olho “à belenenses”, do filho abandonado, do desemprego, do consumo de drogas é usado e abusado até à saciedade. Todos os filmes europeus de hoje têm este tique despótico que consiste em querer dar-nos uma lição de moral, uma homilia, um sermão, arrogando-se de uma suposta superioridade moral no mínimo pedante.
Esta nova forma de cinema, que já se arrasta quanto baste, enjoa-me. Façam documentários!
O activismo, a consciência social persegue-nos. O estereótipo da criança molestada, da mãe com olho “à belenenses”, do filho abandonado, do desemprego, do consumo de drogas é usado e abusado até à saciedade. Todos os filmes europeus de hoje têm este tique despótico que consiste em querer dar-nos uma lição de moral, uma homilia, um sermão, arrogando-se de uma suposta superioridade moral no mínimo pedante.
Esta nova forma de cinema, que já se arrasta quanto baste, enjoa-me. Façam documentários!
sexta-feira, julho 01, 2005
Jone´s Girls
Também podia existir este nome para as mulhers de Indiana Jones.
A minha preferida é a Dr. Elsa Schneider, embora comece a ganhar uma certa atracção pela Marion Ravenwood.
A minha preferida é a Dr. Elsa Schneider, embora comece a ganhar uma certa atracção pela Marion Ravenwood.
Meu querido Portugal
Hoje inicio um segmento chamado Meu Querido Portugal, no qual vou explicar por exclusão de partes porque é que só gosto de Lisboa e pouco mais neste nosso país.
Trás-os-montes
Se fosse bom estaria à frente dos montes. Para onde é que se mandam os problemas, para trás-das-costas, mais palavras para quê?
Torres Vedras (e já agora toda a zona oeste)
1º- Só o nome da zona “o oeste” exclui a hipótese de sair dali algo de bom.
2º- A maioria da população é formada por pessoas que estão num estado híbrido entre a sub-urbanidade tunning do IC19 e as unhas com terra dos agricultores. Já não são o que se pode chamar pessoas do campo mas ainda não são elementos dos subúrbios lisboetas (embora isto tambem não fosse nada de bom), estão a meio caminho.
Trás-os-montes
Se fosse bom estaria à frente dos montes. Para onde é que se mandam os problemas, para trás-das-costas, mais palavras para quê?
Torres Vedras (e já agora toda a zona oeste)
1º- Só o nome da zona “o oeste” exclui a hipótese de sair dali algo de bom.
2º- A maioria da população é formada por pessoas que estão num estado híbrido entre a sub-urbanidade tunning do IC19 e as unhas com terra dos agricultores. Já não são o que se pode chamar pessoas do campo mas ainda não são elementos dos subúrbios lisboetas (embora isto tambem não fosse nada de bom), estão a meio caminho.
Biography Fraude
O canal biography até é bem intencionado, só que é pobre. Eu passo a explicar.
Como são pobres, ao mostrar a vida das várias personalidades não têm dinheiro para comprar as imagens televisivas dos melhores momentos. Devido a este problema, ontem estive a ver a biografia do Micheal Owen, um famoso futebolista, com as imagens dos seus falhanços. Também já me contaram que há a do Sampras com as suas duplas faltas e a do Schumacher com as conferências de imprensa.
Como são pobres, ao mostrar a vida das várias personalidades não têm dinheiro para comprar as imagens televisivas dos melhores momentos. Devido a este problema, ontem estive a ver a biografia do Micheal Owen, um famoso futebolista, com as imagens dos seus falhanços. Também já me contaram que há a do Sampras com as suas duplas faltas e a do Schumacher com as conferências de imprensa.
Bombeiros Voluntários de Carnaxide (II)
Mais uma vez a SIC safou o pessoal. Como devem calcular, com o Avelino Ferreira Torres no Jornal da Noite (entrevistado pelo Rodrigo Guedes de Carvalho) a noite ficou ganha. Com um tema como este, escusado será dizer que foi um verdadeiro espectáculo.
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